Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
29
Abr 11
publicado por João Monteiro Lima, às 19:05link do post

Cristina Vieira, dirigente do PS, enviou-nos o texto seguinte, no qual esclarece alguns pormenores da sua intervenção, na última Assembleia Municipal, sobre os terrenos da Quinta do Casal, em Soalhães, para onde estava prevista a construção do Centro Escolar de Soalhães. Transcrevo:

 

Incompetência do Executivo da Câmara Municipal do Marco de  Canaveses

 

Tendo em conta a intervenção do Vice- Presidente da Câmara, Eng. José Mota, à minha intervenção na assembleia municipal do dia 27/04/2011, considero pertinente o esclarecimento de alguns pormenores de grande importância.

De facto, como licenciada em Sociologia, não sou obrigada a saber tecnicamente em que consiste a suspensão do PDM e o que é efectivamente uma proposta de loteamento.

Mas sei que o que está a ser realizado para a Quinta do Casal, é efectivamente uma PROPOSTA DE LOTEAMENTO. E sei em que consiste. E também sei que só foi possível elaborá-la, depois da SUSPENSÃO DO PDM (que foi aprovado em assembleia municipal.)

Quem pelos vistos não sabe da proposta do loteamento é o Vice-Presidente. Ignorância? Desconhecimento? Desinteresse? …

Ora, o projecto do Centro Escolar de Soalhães foi aprovado pelo Ministério da Educação, creio, em Fevereiro de 2009, sendo o investimento previsível de 1. 135,658€.

Em Janeiro de 2011, a Câmara apresenta a proposta de loteamento à CCDRN, para a Quinta do Casal, local onde estava prevista a construção desse equipamento e de pelo menos uma nova sede da Junta de Freguesia e um equipamento de apoio à terceira idade.

Ou seja, o governo do partido socialista, aprova um projecto com o investimento previsível de 1. 135,658€ para a freguesia de Soalhães, e o executivo PSD,  passados dois anos, não tem o problema do terreno  resolvido… ou seja, passados dois anos continua com um terreno em que não é permitida a construção. Demora dois anos a apresentar uma solução, que neste caso é a proposta do loteamento!

Esta atitude conduz-nos a desfecho pouco proveitoso para os Soalhenses, a candidatura do Centro Escolar de Soalhães, e passo a citar o Sr. Presidente de Câmara, “caíu”.

Aliás, caíram. A candidatura do Centro Escolar de  Fornos também caiu.

Isto nada tem que ver com a REVISÃO DO PDM.

E eu afirmei-o na reunião. Se há equívocos não são da minha parte.

Critiquei o executivo, porque constantemente fala nos 14 anos em que o PDM se encontra em revisão…. mas 6 anos de governação são do mandato deste executivo..quase metade!

 

 

Cristina Vieira


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