Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
10
Jun 13
publicado por António Santana, às 21:17link do post | comentar

 

 

 Nestes últimos 30 dias fiz várias caminhadas. A primeira organizada pelos Amigos do Rio Ovelha e Junta de Freguesia de Sobretâmega, por Caminhos de Canaveses. Foram cerca de 150 caminhantes que junto ao Rio Tâmega e na Freguesia de Sobretâmega puderam apreciar as paisagens e a história desta localidade. A segunda caminhada organizada pela Santa Casa da Misericórdia do Marco de Canaveses e pela Vitanatura, permitiram-nos conhecer percursos antigos dentro das freguesias da cidade. Em Fornos podemos visitar a fonte santa, passamos por Rio de Galinhas e visitamos em Tuías as Casas da Picota e Casa da Quinta, onde foi julgado o Zé do Telhado e em S. Nicolau tivemos o prazer de visitar a primeira albergaria do concelho, entre muitos outros lugares com as suas particularidades e história, contadas com muito saber e muita graça, pelo nosso guia Engº José Mouro Pinto. Seguiram-se uma caminhada de Montedeiras a Vimieiro, na Freguesia de Sande e a Rota das Cerejas em Resende. Ambas com paisagens deslumbrantes e caminhos milenares. Por fim e hoje, fiz uma Eco Caminhada organizada pela Junta de Freguesia de Tuías em colaboração com jardim de infância de Vila Verde, inserido no programa Eco-Escolas. Mais de 90 caminhantes, onde predominavam os mais pequenos tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da história da Casa do Outeiro contada pelo Sr. José Maria Sousa Guedes que nos recebeu com grande amabilidade. Depois, por entre caminhos outrora percorridos por romanos, pelo assim pensamos, podemos ver o excelente trabalho feito feito no Ribeiro de Vilar, entre Souto e Rio Mau, e aí foi colocada uma placa em defesa da preservação da água. Seguimos e visitamos a Casa do Souto e as Tapadas onde foi colocada outra placa em defesa da preservação das florestas. Uma iniciativa louvável.

Esta proximidade aos locais e ás pessoas faz-me pensar que podemos fazer algo mais pelas nossas terras e pelas nossas gentes. As paisagens são preciosas, as gentes humildes e amigáveis, e temos muita história para contar. Existe aqui muito potencial a desenvolver.

 

 

 

 

 

 


pesquisar neste blog
 
blogs SAPO