Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
28
Jul 09
publicado por José Carlos Pereira, às 08:45link do post | comentar

O grupo Amigos d'Abril leva a cabo no próximo domingo, 2 de Agosto, uma homenagem ao cantor Zeca Afonso, comemorando dessa forma os 80 anos passados sobre a data do seu nascimento. A festa-homenagem terá lugar a partir das 21h30, no largo da Igreja de Santo Isidoro.

É sempre hora de relembrar Zeca Afonso!


Se não me falha a memória no ano passado, e nesta data José Afonso fez 79 anos!
Alguém se esqueceu de festejar o aniversário a este SENHOR.
Em anos de eleição até os mortos são relembrados. Quer isto dizer que muitos dos nossos defuntos festejam de 4 em 4 anos.

Apenas um reparo de alguém muito distraído.


Anónimo a 28 de Julho de 2009 às 09:12

Compreendo o que diz, mas também é verdade que as comemorações e homenagens sucedem mais vezes em torno de números redondos.

Ó meu caro tenha vergonha e dê a cara! Esse reparo que faz é muito despropositado porque caso não saiba, o que é pouco provável, o grupo musical que organiza este tributo tem membros com ideologias políticas diferentes, mas todos, desde o mais velho ao mais novo, têm um ponto que os aproxima, o gosto pela música e a admiração por esse grande cantautor que foi JOSÉ AFONSO, que em 1976, se não estou em erro, esteve em Santo Isidoro num festival de música popular organizado por um movimento de juventude local. Pode ter a certeza que não há qualquer objectivo político por trás desta organização, se calhar porque não somos todos iguais!

Cumprimentos
jmm a 28 de Julho de 2009 às 16:34

Caro leitor JMM ,
Agradeço as palavras. Ainda há pessoas que ficam assustadas por ter ligações e muitos amigos em Santo Isidoro, e até, sem qualquer tipo de presunção, popularidade. Esses são alguns dos que muitos vezes nos batem nas costas. Ou que vêm com sorrisos cínicos.
Mas não serão estas "coisas" que me farão deixar de ir a Santo Isidoro, por muito que custe a alguns.

Concordo consigo. É a hipocrisia e o sinismo político.
As eleições até fazem levantar os mortos.
Calheiros a 28 de Julho de 2009 às 23:29

Caro José Carlos Pereira

Ao que parece presta uma má informação aos presentes leitores (talvez um erro de João Monteiro Lima). Não existe largo da igreja em Santo Isidoro. Outros senhores o baptizaram de largo Padre Ribeiro Gomes (um grande ilustre da freguesia). Mas provoca este tipo de erros desnecessários a quem não é de Santo Isidoro.

Cumprimentos,
Anónimo a 28 de Julho de 2009 às 09:20

O erro não é de João Monteiro Lima. O largo vem assim designado no panfleto de divulgação do evento, a cargo do grupo Amigos d'Abril.

Não percebo porque fala aqui em João Lima, o nome dele está em alguma parte do post? É uma organização de João Lima? É estranha esta sua alusão.
jmm a 28 de Julho de 2009 às 16:37

Tal como diz José Carlos Pereira, o erro não foi meu.
Quem errou foi este leitor "anónimo" que tratou de me tentar responsabilizar. E que para remediar o que escreveu podia identificar-se, para perceber o seu objectivo.
Porquê que o leitor acha que teria que ser eu a dar a informação? Tenho muitos ligações a Santo Isidoro e à zona da Livração , a vários níveis, e isso preocupa muita gente. Infelizmente.

Senhor João Lima:
Por acaso eu não o sou o anónimo, pois eu dou a cara e até tenho blog próprio como é do seu conhecimento, tenho imensa pena que não me conheçam, pois venho nas listas eleitorais marcoenses.
Mas se o senhor João tem ligações a Santo Isidoro ou à Livração ninguém está interessado nem com dor de cotovelo. Pelos vistos o senhor é que dá grande importânci a esse facto, que não é importante para nada.
Calheiros a 28 de Julho de 2009 às 23:38

Leitor Calheiros,
Está agora mais identificado, não completamente apenas e tão só porque continuo sem saber a sua completa identificação. Não que seja de extrema importância mas ... .
Conheço alguns Calheiros cá no Marco, mas não o leitor.
A importância que as coisas têm é a que lhes atribuímos.

Por cá estamos identificados. Convenientemente. Todos somos conhecidos dos leitores deste espaço, fazemos questão em que assim seja.
Sou muitas vezes interpelado na rua sobre o que escrevo aqui, tal como aconteceu quando escrevia noutro local, e é bom que assim seja. O facto de estar identificado faz com que assim aconteça.

Verdade ou identificação


Como é difícil de ouvir a verdade, já que por toda a parte a sufocam, dizê-la ou não parece à maioria uma simples questão de honestidade e identidade (por favor a sua identificação, sim, agora diga a verdade). Muitas pessoas pensam que quem diz a verdade só precisa de coragem. Esquecem a segunda dificuldade, a que consiste em descobri-la. Não se pode dizer que seja fácil encontrar a verdade.
Isto é para aqueles senhores que apenas e só, se preocupam com o rosto de quem fala, e nunca com o que eles dizem. Pior, é que estes senhores dizem que fizeram e participaram activamente na revolução de Abril (na minha opinião estudantes que não pretendia integrar o serviço militar obrigatório).
Anónimo a 29 de Julho de 2009 às 09:15

Pois pois, já sabemos que preferia que fossem para África defender os portugueses que lá estavam a escravizar os negros, e que desprezavam os militares que lá iam defende-los, grande parte obrigados. Bem conhece esta realidade "Anónimo".
jmm a 29 de Julho de 2009 às 14:42

Senhor João Monteiro Lima:
Deve-se orgulhar muito do que escreve, ao ponto de gostar de ser interpelado na Rua, a esse seu gozo, eu chamo-lhe vaidades literárias.
Cá eu, não gosto de pessoas que escrevem para serem reconhecidas.
Quem escreve só deve ter como por objectivo passar a mensagem que pretende aos leitores, e deixar-se de pedantismos desnecessários.
É caso para citar Miguel Sanches Neto: "Minha literatura sempre será uma forma de contrariar o mercado das vaidades literárias".

Calheiros a 29 de Julho de 2009 às 12:20

Senhor Calheiros (diz que se chama assim),
Isso de ser reconhecido ou não pelo que escrevo, não é o que me move nestas coisas dos blogs. Mas também não lhe digo o que me leva a escrever, apenas porque não o consigo identificar.

Como vê chegou ao lugar onde a organização pretendia. Ou seja, a mensagem passou, por isso a organização espera por si! E digo-lhe mais, dois dos elementos do grupo estiveram no funeral do reverendissimo Padre Manuel Ribeiro Gomes, e é esse o nome do largo, não apenas Padre Ribeiro Gomes, a não ser que não esteja a falar do largo da igreja.

Cumprimentos e Viva o Zeca
jmm a 29 de Julho de 2009 às 02:07

As suas palavras são tão contraditórias, parece que esqueceu os panfletos que já espalhou pela freguesia com o nome do largo errado (Largo da Igreja). Eu digo é lamentável.
Afinal o festejo sempre tem politica pelo meio!!!!! O senhor diz uma coisa agora e logo outra contraditória de seguida.
Anónimo a 29 de Julho de 2009 às 11:59

Diz-me onde é que está a politica. Vês fantasmas onde eles não existem! E se quiseres eu na próxima ponho o código postal, as coordenadas GPS, etc, assim não te enganas, mas já sei não posso comemorar daqui a 4 anos porque é politica gostar de Zeca Afonso em ano de eleições.
E como diz a música dos OIOAI, "o meu nome é João e vivo ao teu lado" pode não ser bem ao lado mas não é muito longe.
jmm a 30 de Julho de 2009 às 02:10

Ao JMM

Já agora a sua cara é JMM, não conheço, mais uma vez lamento.
Anónimo a 29 de Julho de 2009 às 12:01

Não me cabendo tornar pública a identificação do leitor JMM (o próprio o fará quando e se quiser), fica o esclarecimento que JMM está perfeitamente identificado e conhecido dos autores deste espaço.

Óh Zéca, com a devida vénia
Te elevo ao alto de Ramelau,
Cordilheira do quinto Império,
Cujo cume mais alto é Tatamailau

É assim que brilhantes Sonhadores
Se sentem e se descrevem em papeis
Entregando à ousadia dos bons oradores
A dança e a liberdade dessas trovas afáveis

Despindo-se de todos os preconceitos
Que já de longe vêm trazidos pela Loba
Que atormenta e tenta sem lamentos
Edificando crendices naquele que ordena

Só escrevendo e soltando a vontade
Se eleva para os mais diversos ângulos
Onde está presente a prima Liberdade
Que nos Igualam e nos agregam Fraternos

Óh Zeca, das alturas no nosso Portugal
Cito-te Camões: “Portugal, Alto império,
Que o sol logo, Em nascendo, Vê primeiro”
Onde aguardo mais dia naquele pedestal…
Filipe Massa Babo a 29 de Julho de 2009 às 12:37

É edificante, para um nato da freguesia de Santo Isidoro como eu, observar que existe alguém como Sr.Anónimo é um acérrimo defensor do uso dos nomes das ruas de Santo Isidoro.
Lamentavel, o facto de se criticar a pro-actividade dos "qui ça" conterrâneos e não apresentar/realizar acções na freguesia e para a freguesia.
Informo o Sr.Anónimo que Zeca Afonso, quer se queira quer não, é uma das poucas referencias transversais da musica portuguesa.
Conotar este evento como uma estrategia de campanha eleitoral é, e passe o plebeísmo, confundir a estrada da Beira com a beira da estrada.
Força Amigos D'Abril e Amigos de Santo Isidoro que a freguesia necessita de dinamismo. Vemo-nos no dia 2 no "largo da Igreja"...
Até breve!
Claudio Pinto a 31 de Julho de 2009 às 17:04

Caro Cláudio Pinto

Lamentável é ser de Santo Isidoro e não conhecer o nome da ruas e lugares. Uma vez mais informo que não existe largo da igreja em Santo Isidoro, mas já que insiste, seja feita a sua vontade.
Quanto aos feitos e musica de José Afonso estamos totalmente de acordo, o que não compreendo é a razão dos amigos de Abril não terem festejados os anos ao homem em 2008, 2007, ….. Será que não merece?

Olhe que sim! Olhe que sim! Recorda? O Outro dizia “Olhe que não”.

Quanto ao dinamismo, tem que estar mais atento, pois este é o que não falta na freguesia. Senão vejamos:
1- Sardinhadas à CDU;
2- Porcos assados à PS;
3-Mariscada à Baldaia;
4- Moradias mortuárias à Alcino & Cunha;
5-Plcas a indicar campos de jogos sem a freguesia os ter;
6-Centro cultural à moda familiar;
6- etc., etc.
Santo a 1 de Agosto de 2009 às 20:57

Aqui está um blog que se interessa tanto em saber quem são as pessoas que escrevem.
Aqui está um leitor que diz a verdade, e é cá dos meus.
Calheiros a 2 de Agosto de 2009 às 18:17

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