Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
30
Set 09
publicado por José Carlos Pereira, às 00:30link do post | comentar

O debate da Rádio Clube de Penafiel começou com a novidade que era conhecida por nós desde a noite anterior. Sabíamos que Ferreira Torres não respondera ao convite da RCP, mas cumprimos a solicitação de não divulgar esse facto até que a rádio emitisse a sua nota sobre o assunto. Lamenta-se mas não se estranha a atitude de Ferreira Torres, que apenas Manuel Moreira criticou no lançamento do debate. E agora os quatro candidatos aceitam serenamente a presença de Ferreira Torres no debate da Rádio Marcoense?

O modelo do debate seguiu a nova moda iniciada pelas televisões. O jornalista, no caso António Orlando, apenas faz a ligação entre os temas pré-seleccionados, o que torna o debate pouco vivo e acutilante. Ainda assim, foi melhor a segunda parte, uma vez que a questão financeira e a área social suscitaram uma troca mais viva de opiniões.

Manuel Moreira esteve muito voltado para a obra que fez no mandato que está a terminar e olhou menos para o futuro. Esteve bem na abordagem à situação financeira, denunciando a realidade que encontrou na Câmara. Não disse se estava aberto a coligações em caso de vitória sem maioria.

Norberto Soares foi o único que se pronunciou sobre a matemática pós-eleitoral, ao assegurar mais uma vez que não será segundo de ninguém. Criticou o esbanjamento do actual executivo em assessorias e com o motorista. Por ele, até de bicicleta ou a pé desempenhava a função.

Artur Melo esteve combativo no debate e insistiu na negociação do contrato com a Águas do Marco, muito embora Moreira lhe tenha referido que também esgotara a via negocial antes de avançar para a modificação unilateral do contrato. Enalteceu o historial de combatividade e de oposição dos autarcas do PS e deixou clara a sua opção pela via empresarial. Depois de anunciar uma empresa municipal para a área do turismo, lançou no debate a ideia de uma agência municipal para o investimento.

António Varela foi vigoroso na crítica a Ferreira Torres ao dizer que a gestão do ex-presidente deu um tratamento "abaixo de cão" aos marcoenses. Apontou o dedo ao facilitismo na gestão do Rendimento Social de Inserção, associando Cristina Vieira a esse facto. Foi infeliz ao referir-se a ausências do vereador Luís Almeida em algumas votações do executivo, por aquilo que lhe tinha sido dito, embora não soubesse se era assim ou se era boato. Ora, se Luís Almeida se absteve de participar em alguma votação foi tão só por considerar que, eticamente, essa era a atitude mais adequada.

 


Ouvi o debate atentamente. E gostei do que ouvi. Embora uma das intervenções de Manuel Moreira me tenha surpreendido pela negativa, foi justamnete na parte financeira, o Sr JCP diz "Manuel Moreira denunciou o estado em que encontrou a câmara", pois bem, ele nada denunciou, pois a situação financeira já era conhecida por todos os candidatos em 2005, aliás esta situação foi usada por todos os candidatos na campanha eleitoral, com a excepção de Norberto Soares, pois tinha "o rabo preso" como se diz na giria. O que não me convenceu foi a justificação que deu, para a dívida ser de 45 milhões em 2005 e passados quatro anos ser de 92 milhões.
Vamos fazer contas:
45 milhões em 2005, a pagar uma prestação mensal de 330 mil euros, a dívida devia diminuir, no entanto dobrou, eu não sou economista, mas mesmo assim consigo perceber que tem que haver má gestão, aliás péssima gestão.
As pinturas das estradas, embora abstratas, são bastante bonitas, mas não são para dobrar a dívida.
Para terminar, gostaria de deixar uma questão, será que Manuel Moreira terá corangem de fazer um novo manifesto eleitoral para estas eleições? estou convencido que sim, pois sei que tem lata para isso e muito mais. E se tiver essa "coragem", coragem está em comas, porque a palavra certa seria lata; Como pode alguém propor um um projecto para 2009 se nem não cumpriu uma unica "promessa" de 2005? Se não tiverem o manifesto das autarquicas 2005, e se não estiverem recordados das propostas, eu posso ceder alguns dos manifestos que guardei, pois já previa a situação actual.
Cartoonista Vilabonense a 30 de Setembro de 2009 às 01:17

Não tenho presente se isso foi dito no debate, mas nunca ouvi ninguém falar em dívida de 92 milhões. Fala-se por vezes em 71 milhões, que acrescenta os encargos com juros, no montante de 26 milhões de euros, aos 45 milhões do valor do empréstimo.

Caro Amigo,
António Varela falou verdade quando disse que Luís Almeida se demitiu de votar através do abandono da sala. Lebro a votação da "compensação" atribuída à empresa FOCSA pela recolha de uma quantidade menor de resíduos. Luís Almeida saiu da sala e eu até conheço e aceito a opinião do vereador do PS, mas não deixo de aceitar que todas as opiniões sobre a saída da sala são aceitáveis, até porque a mesma não está justificada.
A minuta de reunião de Câmara diz isso claramente. Eu sei que Luís Almeida entende que não era ético votar aquela atribuição (e aqui não estou a fazer qualquer juízo de valor, e as leituras "frias" da acta e da minuta podem servir qualquer interpretação). Este assunto foi levantado por mim, em reunião de Assembleia e fiz questão de mencionar o sentido de voto dos vereaodres presentes tal como o abandono no momento da votação do vereador do PS, e o seu regresso após a conclusão da votação.
Sobre este assunto convém que se diga que Manuel Moreira mentiu na defesa que fez de Luís Almeida. Moreira disse que Almeida nunca tinha abandonado a sala o que não é verdade, e tanto quanto Almeida terão sido duas as situações em que Almeida não votou.
A minuta da reunião de Câmara não refere qual o motivo da saída da sala do verador do PS, pelo que todas as leituras podem ser aceites. Estranho (ok, não foi nada estranho e os silêncios e as defesas também são interpretados) foi que quem saiu para defender o verador do PS foi o Presidente da Câmara eleito pelo ... PSD
João Monteiro Lima a 30 de Setembro de 2009 às 11:20

A leitura da atitude de Luís Almeida é aquela que ele transmite. Eu compreendo-a e registo o seu gesto. Reprovável seria Luís Almeida participar na votação, misturando as suas relações empresariais com o interesse público.
O João poderia ter interpelado Luís Almeida na Assembleia que ele certamente o esclareceria perante todos os deputados municipais.
Apesar de ser verdade o que diz, Artur Melo não teve uma única palavra de reprovação para o trabalho de Luís Almeida.

Caro Amigo,
A minha intervenção está na acta da reunião e fiz questão de mencionar o sentido de voto dos vereadores bem como a saída de Luís Almeida porque achei estranho. Se ler a minuta da reunião de Câmara verá que nada diz sobre o motivo que levou Luís Almeida a abandonar a sala, pelo que todas as leituras são válidas. Penso que, nao tendo sido avançado qual o motivo da saída da sala e regresso após a votação, temos o direito de pensar o quisermos sobre o assunto. Independentemente dos reais motivos de Luís Almeida.
Um vereador foi eleito para tomar posição em todas as votações em que intervém, neste caso, existem outros motivos (de ordem profissional ou pessoal, segundo admite o próprio Luís Almeida) que levaram o vereador a ter aquela atitude. Entendo que Luís Almeida deveria ter votado, fazendo incluir uma declaração de voto, ou então requerer que ficasse em acta o motivo que o levou a "demitir-se" de votar. Ele não o fez. A atitude foi a que ele quis.
Aliás, já transmiti a minha opinião ao vereador do PS.

Meu caro, temos opiniões diferentes. Luís Almeida fez muito bem em não participar na votação, considerando-se impedido de o fazer. Quanto ao facto de não estar feita qualquer referência na acta, isso é o que acontece na maior parte das vezes. Ainda na última Assembleia dois deputados se ausentaram para não participarem numa votação que envolvia a empresa de um familiar e não sei se essa razão será explicitada na acta.
Incorrecto é um deputado municipal intervir na AM para interpelar o executivo sobre os interesses supostamente lesados de um seu cliente. Não foi o seu caso nem o meu, naturalmente, mas o João sabe a quem me refiro porque já disso falámos.

Relativamente às contas do actual executivo que foram aprovadas pela Assembleia municipal tenho a comentar, que são a prova de como Manuel Moreira fracassou na gestão do município, porque os Fundos Próprios foram sempre negativos ao longo do seu mandato com valores aproximados de 10, 6 e 2 Milhões de Euros o que representou que a autarquia esteve sempre FALIDA.
Mas estes valores não são verdadeiros, porque os resultados finais estão errados devido às seguintes situações:
- O imobilizado da empresa não está correctamente contabilizado, primeiro porque o executivo não conseguiu realizar esse inventário durante o mandato e segundo porque existe uma habilidade de não se imobilizar mais de 30 Milhões de Euros, mantendo este valor em Imobilizado em Curso. Porque digo isto? Porque não é possível que se tenham mantido estes valores ao longo do mandato quando o imobilizado total ronda cerca de 40 Milhões de Euros. E qual o problema? É que este valor imobilizado faria crescer os custos cerca de 8 a 10 Milhões de Euros por ano e aumentar os valores negativos dos Fundos Próprios para cerca de 17, 13 e 9 Milhões de Euros. Isto é lícito? Não. Quem vai ter que suportar esses custos? O próximo executivo e os Marcuenses por arrasto. Por que não se fala disto? Talvez porque quem tem estado a aprovar os números não perceba destas engenharias financeiras. E tudo isto tem a ver com AFT, NS e MM, respectivamente;
- As dívidas a médio prazo são extremamente elevadas cerca de 42 Milhões de Euros. O grave é que a diminuição destas tem sido lento, porque primeiro a maior parte delas não são obrigatoriamente amortizadas. Quais a implicações? Primeiro, se a taxa de juro subir o Marco vai ter muitos problemas, segundo no dia que se aproxima, para pagar a totalidade da dívida alguém vai ter que encontrar 40 Milhões de Euros de um momento para o outro. Este valor é equivalente a todos os bens da autarquia (Se estes estiverem correctamente avaliados);
- Não existem provisões para os riscos que a autarquia está a correr nos vários processos que correm na justiça. Qual o problema? Falseiam os resultados em vários Milhões de Euros e mais uma vez os Fundos Próprios, que deveriam ser positivos, AFUNDAM;
- Já não falo de alguns pormenores, como o Balanço não ter existências tal como é admitido pelo executivo e outras faltas graves que nunca seriam admissíveis numa organização decente.
Claro que quando se tomam opções políticas e não se percebe nada de gestão, ainda posso considera admissível. Por exemplo, no debate da RCP Norberto Soares disse que não percebia nada da área financeira pelo que tinha que acreditar nos números que eram apresentados, ou de certeza AFT arranjaria um testa de ferro para se responsabilizar por as suas contas. Agora MM é licenciado (julgo) em Gestão, pelo que não tem desculpa.
Os Marcuenses em geral, os Marcuenses que frequentam este BLOG, os Marcuenses que foram responsáveis pela aprovação destas contas tem a responsabilidade de tomar atitude que não pode ser a comezinha da defesa dos interesses próprios ou de esconder o céu com uma peneira.
Mudanças tranquilas, Marcos de verdade ou slogans equivalentes só representam alguma coisa se reflectirem a realidade e a honestidade das posições. Não continuemos a ser o gozo de um país.

Desafio quem quer que seja que calmamente aqui ou em qualquer outro lugar discutir esta realidade. Tudo o mais é TRETA.
jvaldoleiros a 30 de Setembro de 2009 às 21:40

Por onde tem andado sr. Valdoreiros? Sabe que as suas ultimas intervenções me têm impressionado bastante? E não é ironia. Confesso que não gostava das suas intervenções, mas ultimamente parece-me bastante imparcial, consegue, fazer a perfeita distinção entre o certo ou errado. Já vi blogueiros que só conseguem criticar AFT, outros só criticam NS, outros AM outros MM. Mas o criticar eu até aceito, mas elogiar MM? AFT? é um bocadinho ridiculo, não é? mas acontece. Não quero com isto dizer que tudo é mau, ha situações em cada um deste senhor que se aproveitam. Ninguém faz só coisas más. Claro que MM faz mais que os outros(coisas más), mas também fez muitas coisas boas, eu por acaso não me lembro de nenhuma, mas fez muitas.

Para quem me conhece, a começar pelas pessoas mais chegadas a mim, sabem que eu sempre fui alguém com convicções muito fortes. Por isso não troco essas convicções para defender quem quer que seja. Está ai as razões da minha imparcialidade, que só poderá ser afectada por num caso ou outro não conhecer a verdade dos factos.
Nestas eleições o meu candidato é Artur Melo pelo simples facto de conhecer, mais ou menos bem, qualquer um dos outros e ter sido fácil realizar uma escolha. Para isso contribuiu muito o facto de conhecer o Artur, o seu passado e ter visto como ele se tem mantido coerente com as suas ideias.
Agora tento sempre ser objectivo sempre que possível e guardo a minha subjectividade para os sentimentos de amizade que possa nutrir mais por um candidato (ou os seus apoiantes) ou outro.
Agora eu sei de algumas coisas que qualquer um dos candidatos poderá ter realizado bem, mas sinceramente (pelo menos neste último post) não vejo razões para elogiar quer AFT quer MM pela situação financeira em que a Autarquia se encontra.
Já depois de ter escrito o último comentário fui comparar as contas do Marco, com as contas de Penafiel e Amarante. E posso dizer-lhe que se os Marcuenses fossem objectivos e percebessem minimamente a herança que recebemos não davam um voto sequer a três pessoas: AFT, NS ou MM.
E mais uma vez aconselho aos Marcuenses deixarem-se de conversa de TRETA e olharem para os números (melhor os Euros) que estão a ser mal gastos e que QUASE TODOS vão ter que pagar.
jvaldoleiros a 1 de Outubro de 2009 às 22:06

Em primeiro lugar, queria dizer-lhe que não aceito que tudo o que ultrapassa a questão financeira seja treta. Há muito para discutir para além das contas, mesmo se estas são determinantes para o presente e o futuro.
Chega tarde - que eu saiba - a este assunto e a estas preocupações. Nunca votei favoravelmente as contas de AFT ou do actual executivo e denunciei várias situações ao longo destes oito anos, algumas das quais identifica. Mas continuo a achar que comparar o que se passava no tempo de AFT com o que se passa hoje obriga a reconhecer as diferenças. Hoje não há queixas da IGF ao ministério público ou chumbos do Tribunal de Contas.
As contas das autarquias locais têm vindo a adaptar-se a um modelo próximo das empresas e essa aproximação começou ainda no final do mandato de AFT . As questões dos activos e do imobilizado eram verdadeiros buracos negros que têm vindo a ajustar-se à realidade, porventura de forma demasiado lenta. Sabia que houve um período em que o executivo de AFT andou a pressionar os clubes e associações para que os seus bens fossem registados em nome da Câmara? Cheguei a ser ouvido em Tribunal sobre esse facto.
A malha entretanto apertou-se e as autarquias já não podem ser tão "criativas" na sua contabilidade. A própria Lei das Finanças Locais veio travar as ambições desmedidas e o descontrolo de algumas autarquias.

Eu não estou a defender o AFT, antes pelo contrário, só não falo dos números dos seus mandatos por duas razões: Primeiro não tenho essas contas, segundo porque o mandato que está a ser julgado é o de Manuel Moreira.
Depois, o que eu quero dizer é que se pode prometer muito ou dizer o quer que seja mas não falar das contas da autarquia é fugir à dura realidade que todos têm pela frente.
Não custa fazer muita obra se não existe intenção de a pagar. Depois os Marcuenses tem de perceber como foi gasto o dinheiro da autarquia e qual a situação real das contas.
As contas das autarquias tem vindo a ser obrigadas a aproximarem-se do modelo das empresas, mas os autarcas responsáveis (executivos e não só) em muitos concelhos já implementavam essas medidas de gestão há muitos anos. A diferença vê-se, e sobretudo nas contas.
Quem quiser pode continuar a apoiar essas políticas, mais ou menos disfarçadas, mas a história será dura para aqueles que enveredarem por essas políticas, porque o BURACO é cada vez maior.
Sobre chegar tarde ou cedo, dependeu em muito de se ter um candidato credível à frente de uma lista para a autarquia e que simultaneamente representasse uma mudança verdadeira.
Como deve saber às vezes os políticos apesar de terem cores diferentes lá no fundo são muito parecidos e apoiados pelos mesmos interesses. E esses políticos independentemente da cor (e alguns são verdadeiros camaleões) nunca terão o meu apoio ou voto.
O que está em jogo HOJE não é que grupo vai ganhar a autarquia para beneficiar os seus "apoiantes". O que está em jogo é escolhermos um candidato que altere TOTALMENTE o rumo que a autarquia do Marco está a levar. E com o estado das contas repito TUDO O RESTO É TRETA.
Por isso avaliar “a obra” de AFT sem a comparar com a situação ruinosa em que deixou a autarquia não é correcto.
Do mesmo modo avaliar a “pouca obra” de MM sem comparar também com o mau desempenho nas contas e gestão da autarquia também não é correcto.
Esquecer que NS esteve ao lado das decisões de AFT, não é correcto.
Que grande parte dos eleitos para os diversos órgãos autárquicos considerem que também não tem responsabilidade quando estiveram “calados” ao longo destes anos também não está correcto.
A última palavra é dos Marcuenses, a responsabilidade pelas escolhas também. Eu prefiro agora ficar no lote daqueles que expressa claramente a sua opinião para que pelo menos na história alguém possa dizer que não concordava com rumo da autarquia.

Gostava de ser tão definitivo, concludente e cheio de certezas como o Jorge Valdoleiros. Infelizmente para mim, não sou. Mas fico a saber, pelo que diz, que é a primeira vez que há um "candidato credível à frente de uma lista para a autarquia e que simultaneamente representasse uma mudança verdadeira".

Jvakdoleiros disse: "(...)E posso dizer-lhe que se os Marcuenses fossem objectivos e percebessem minimamente a herança que recebemos não davam um voto sequer a três pessoas: AFT, NS ou MM."
Sabe o que lhe digo? Marco de Canaveses precisava de muitas pessoas como o Senhor.

Eu disse mais ou menos isso que escreveu num outro post, somente acrecestava, ( O momento, quanto a mim infeliz e precipitada, de AM querer mudar o nome do Estádio num gesto, que achava ser sombolico mas que, na realidade, perante a lei é considerado crime) daí restarem duas opções AM e AV, que seguindo o mesmo raciocinio, apenas um candidato, nao tem o que quer que seja que s elhe possa apontar de negativo, ou melhor tem, tem uma coisa de mal que é pertencer a um partido de minorias, e daí ser praticamente impossivel a sua eleição.

AM acaba de ganhar um novo apoiante, cintinue Jvaldoreiros, assim é que se trata a politica, olhos nos olhos. Com verdade doa a quem doer. E quem não gostar que deixe na beira do prato.
Cartoonista Vilabonense a 2 de Outubro de 2009 às 00:47

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