Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
23
Jul 09
publicado por José Carlos Pereira, às 18:45link do post | comentar

Um post sobre o Parque Fluvial do Tâmega escrito em Janeiro, nos primeiros dias deste blogue, recebeu alguns comentários dos nossos leitores durante as últimas semanas. Merece, por isso, que os recuperemos aqui.

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publicado por José Carlos Pereira, às 08:45link do post | comentar | ver comentários (2)

Aproxima-se a data para apresentação das listas para as próximas autárquicas - 17 de Agosto - e a dança dos nomes está acesa. Nos bastidores da última Assembleia Municipal alguns dados vieram à baila, ainda sem confirmação.

No PSD, diz-se que um dos actuais vereadores sairá, transitando provavelmente para a Assembleia Municipal. Manuel Moreira procura a chave certa para fechar o seu ticket eleitoral. A lista para a Assembleia deve manter Rui Cunha no segundo lugar, mas registará uma renovação significativa.

Quanto ao PS, circulava a informação de que a lista para a Assembleia Municipal teria nos lugares seguintes a João Valdoleiros, o cabeça de lista já anunciado, dois advogados marcoenses de gerações distintas, sem relevante experiência política anterior.

A ver vamos.


publicado por José Carlos Pereira, às 00:30link do post | comentar | ver comentários (6)

A proximidade das eleições faz aumentar a escalada dos "corajosos" que gostam de insinuar e lançar acusações e suspeitas sobre terceiros sem se identificarem. Não contem connosco para isso.

A partir de hoje, 23 de Julho, este blogue só publicará comentários de pessoas não identificadas que veiculem opiniões e comentários políticos, sem porem em causa a idoneidade de terceiros, e sejam escritos num tom cordato e com elevação.

Os outros devem procurar diferentes paragens.


22
Jul 09
publicado por João Monteiro Lima, às 21:29link do post | comentar | ver comentários (2)

As duas equipas de manobras dos Bombeiros Voluntários do Marco estão desde a madrugada de segunda-feira na República Checa, onde irão disputar o Campeonato do Mundo de Manobras.

O regresso ao Marco está marcado para o próximo Domingo e espero reencontrar os mais de vinte homens das duas equipas com o tão ambicionado título de Campeões do Mundo de Manobras.

Tal como tive oportunidade de referir na última Assembleia Municipal, na passada Segunda-feira, apenas lhes falta o título formal, porque para mim e para muitos marcoenses, os nossos Bombeiros - o que estão na República Checa e os que por cá ficaram, os que são e os que já o foram - são um enorme motivo de orgulho, graças à dedicação que colocam na ajuda ao próximo.

Este é mais um momento de transmitir aos Bombeiros do Marco uma palavra de incentivo e de reconhecimento.

Força Campeões.


publicado por José Carlos Pereira, às 08:45link do post | comentar | ver comentários (17)

No início da madrugada de terça-feira, após a sessão da Assembleia Municipal, quem passasse em frente ao edifício da Câmara poderia ver à conversa Norberto Soares, Cláudio Ferreira, actual deputado municipal do CDS e anunciado número dois de Norberto, João Monteiro Lima, líder da CDU na Assembleia, e eu próprio. Por ali estivemos durante cerca de uma hora, numa conversa franca e aberta sobre o passado recente e o futuro próximo.

Quando vejo por vezes comentários e opiniões acirradas sobre as próximas eleições, não é de mais esperar que os apoiantes sigam o exemplo dos intervenientes políticos. Independentemente das convicções de cada um, a elevação e a convivência democrática exigem tolerância entre todos aqueles que procuram o melhor para o concelho. Desde que respeitem as regras do jogo.


publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 02:13link do post | comentar | ver comentários (10)

Ao contrário do que possa parecer, não tenho andando completamente por fora. Não tenho escrito, mas tenho lido o que por aqui e por ali se vai escrevendo. Falta-me tempo para mais. Tal como dei conta ao presidente da Câmara, de quem sou mandatário, tenho estado a dar o meu melhor noutro projecto político, para que fui convocado. Para além disso, estes são dias maus para os advogados à porta de férias. Depois, há ainda a questão de ter de ser comedido, numa altura em que não estou na posição de simples comentador. Sem que deixe que a minha liberdade fique coarctada, tenho que pensar no objectivo principal.


21
Jul 09
publicado por José Carlos Pereira, às 20:30link do post | comentar | ver comentários (3)

A Assembleia Municipal aprovou ontem por larga maioria o novo Código Regulamentar do município, que inclui a nova tabela de taxas e outras receitas. O documento foi apresentado pelo executivo e pelos técnicos que assessoraram a Câmara do ponto de vista jurídico e da fundamentação económico-financeira. O executivo disse que o estudo económico teve por base o pressuposto de não aumentar os encargos suportados pelos munícipes.

Na intervenção que fiz enunciei os aspectos positivos, designadamente a actualização, harmonização e integração das diversas normas regulamentares, a observância do princípio da equivalência jurídica na fixação das taxas, com vista a assegurar a proporcionalidade, e o carácter social e económico de muitas das isenções e reduções previstas. 

Fiz depois reparos a algumas excentricidades do Código e sublinhei dois aspectos negativos que impediram o meu voto favorável, dado tratar-se de matérias sobre as quais intervim por diversas vezes  na Assembleia. Por um lado, o facto do regulamento de toponímia e denominação de equipamentos públicos não impedir taxativamente a atribuição de nomes de personalidades em plena actividade política e, por outro, o facto do Código não contemplar um regulamento com regras para a classificação de imóveis de interesse municipal e para a emissão de declarações de interesse municipal.  Como sabemos, a ausência de um normativo preciso e claro abriu portas, num passado recente, para a atribuição casuística de declarações que serviram interesses privados, mesmo se ao arrepio do verdadeiro interesse público.

A Assembleia aprovou ainda, por unanimidade, uma alteração à postura de trânsito da freguesia de Avessadas e tomou conhecimento, como prevê o respectivo regulamento, das distinções honoríficas recentemente atribuídas pela Câmara Municipal.


publicado por José Carlos Pereira, às 19:55link do post | comentar

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, anunciou hoje que o concurso público para electrificação da linha do Douro até Marco de Canaveses deve ser lançado até final do próximo mês, esperando-se que os trabalhos estejam concluídos em 2011. Falta neste momento obter a revalidação da Declaração de Impacte Ambiental.

A obra compreenderá dois lanços, Caíde-Livração e Livração-Marco, e incluirá a remodelação das estações e a supressão das passagens de nível. O investimento total é de aproximadamente 70 milhões de euros.

Ana Paula Vitorino falava durante o acto de consignação dos primeiros trabalhos de renovação da linha do Tâmega, de que falámos aqui. Em dia de investimento na linha do Douro, a secretária de Estado dos Transportes anunciou que o concurso para electrificação da linha entre Marco de Canaveses e a Régua poderá ser lançado até final do ano e desafiou os empresários do turismo e os autarcas a investirem na recuperação da linha entre Pocinho e Barca de Alva para fins turísticos.

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20
Jul 09
publicado por José Carlos Pereira, às 19:20link do post | comentar | ver comentários (18)

Foi ontem apresentado no salão nobre dos Paços do Concelho o livro "Marco de Canaveses - Perspectivas", coordenado por Jorge Fernandes Alves, professor catedrático de história contemporânea e actual presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). Contribuíram para a obra diversos professores e investigadores ligados à FLUP, das áreas da história, da arqueologia e da geografia, entre os quais duas personalidades com um forte conhecimento da realidade local - Lino Tavares Dias e José Carlos Meneses.

Para mim, que assisti ao evento mas que ainda não pude ler a obra, ficou a particular satisfação de ver a minha terra estudada e analisada por quem o sabe fazer e de poder rever dois antigos professores, Jorge Fernandes Alves e José Augusto Pizarro, este último compagnon de route de tantas e tantas estórias.

 

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19
Jul 09
publicado por António Santana, às 11:06link do post | comentar | ver comentários (1)

Ultimamente tenho estado um pouco arredado da escrita neste espaço. Muito por culpa das opções que se tomam e que nos obrigam decidir quais as prioridades. De repente vi-me envolvido numa série de projectos associativos que me ocuparam em demasia e, por isso, e como também havia acordado com os dois ilustres fundadores do Marco 2009, vou escrevendo quando possa e entenda ser necessário. Mesmo assim, vou lendo o que por aqui e por outros blogues se vai escrevendo. Concluo que se está a dar demasiada importância se a lista A ou B tem este ou aquele elemento, se este ou aquele elemento quer este ou aquele lugar. Creio que se está nas antípodas do que deve ser aquilo a que qualquer democrata Marcoense deve aspirar. A luta pela Democracia. O evitar do retorno dos que geriram o Município até 2005. Essa deve ser a nossa luta. Com propostas, com partidos, com listas, com ideias, mas sempre com a intenção de evitar o retrocesso. O futuro não está no retrocesso e isso temos que o transmitir aos nossos conterrâneos. A maioridade democrática está em jogo e essa tem que ser demonstrada por todos. Eu vou estar na luta. O que aí vem é demasiado importante para ficar a olhar para o lado, e todos os que pugnam pela democracia também serão culpados, se não forem capazes de saber que o que está em causa é muito mais que a luta de poderes.


publicado por José Carlos Pereira, às 00:15link do post | comentar | ver comentários (3)

Nos últimos dias assistimos a um recrudescer de críticas agudas nos blogues marcoenses, sobretudo da parte de apoiantes de Norberto Soares (Ind.) e Artur Melo (PS), em resposta à previsão de Coutinho Ribeiro de que as próximas eleições seriam bipolarizadas entre Manuel Moreira (PSD) e Ferreira Torres (Ind.).

Refira-se, em primeiro lugar, que a opinião de Coutinho Ribeiro veicula aquilo que o próprio pensa a partir das análises que terá feito. Ou seja, é a voz de alguém experiente que já viveu muitas campanhas eleitorais, como actor principal ou secundário. Coutinho Ribeiro, nos seus tempos de militância no CDS nos anos 80, foi candidato à presidência da Associação Académica de Coimbra, esteve nas primeiras campanhas de Ferreira Torres e foi  candidato ao Parlamento Europeu com Lucas Pires. Militante do PSD desde meados dos anos 90, participou em várias lutas partidárias ao lado de Luís Filipe Menezes, que assessorou no Governo, e foi candidato à presidência da Câmara de Marco de Canaveses em 2001. Ou seja, ganhou e perdeu eleições e certamente aprendeu com tudo isso.

Diga-se também que não é difícil encontrar marcoenses com a sua opinião. Eu próprio tenho ouvido muitas pessoas, de todos os quadrantes, que avançam as mesmas previsões. Se tivéssemos sondagens fiáveis e públicas poderíamos confirmar esses dados. Assim, teremos de esperar pelo desenrolar da campanha para tirarmos as conclusões. 

O que aconselharia, de todo o modo, aos apoiantes dos diferentes candidatos é que não vejam os projectos políticos e partidários com o "clubismo" próprio do futebol, em que o nosso clube, fundado na emoção com que o vivemos, é sempre o melhor e como tal não admite discussão. A política exige reflexão, análise e distanciamento para sermos capazes de avaliar convenientemente todos os dados e encontrar a melhor forma de apoiarmos assertivamente os candidatos que seguimos. Com mais razão do que emoção e sem fanatismos, porque de outro modo não conseguimos ver para além das bandeiras e dos slogans que animam as hostes.

 

 

A propósito, por que razão não se associam a Rádio Marcoense, o jornal "A Verdade" e o "Marão online" para fazerem uma sondagem credível sobre as eleições em Marco de Canaveses?


18
Jul 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 19:04link do post | comentar | ver comentários (8)

Ao medalhar Nuno Lameiras, Manuel Moreira cometeu um acto de inteira justiça. Para além da homenagem merecida ao professor-amigo de várias gerações de estudantes - entre os quais, orgulhosamente, me incluo -, Nuno Lameira teve, sempre, uma intervenção pública reconhecida na luta pela defesa dos valores democráticos no Marco. A medalha ganha ainda mais importância quando é certo que Lameiras é o mandatário do candidato socialista Artur Melo. Ao medalhar um adversário político nesta altura, Manuel Moreira demonstra que distingue bem os planos. Ficam-lhe bem gestos como estes.


publicado por José Carlos Pereira, às 13:00link do post | comentar

A Câmara Municipal de Marco de Canaveses procedeu hoje à entrega anual das Medalhas Honoríficas do município, ocasião para conceder, a título póstumo, a Medalha de Mérito Cultural e Científico - Classe Ouro a Carmen Miranda. 

Entre os contemplados encontram-se personalidades que, em paralelo com a sua actividade profissional, têm ou tiveram uma intervenção política destacada no concelho, designadamente Nuno Lameiras, ex-vereador e deputado municipal do PS e actual mandatário de Artur Melo, Rui Brandão, ex-vereador e actual deputado municipal pelo PS, e Horácio Salgado Rodrigues, ex-presidente do PSD/Marco, este a título póstumo.

A lista completa dos agraciados pode ser consultada aqui.


17
Jul 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 19:05link do post | comentar | ver comentários (2)

Conheço vários tipos de bloguistas: os que escrevem muito, os que escrevem pouco, os que escrevem bem, os que escrevem assim-assim e os que escrevem mal. Há também os que escrevem a sério, os que escrevem a brincar e os que vão alternando.

Pensei que já conhecia todos os tipos de bloguistas. Mas acabo de descobrir mais um: o bloguista que não sabe escrever e copia os textos dos outros. É o caso do Dr. Albino Cruz, irmão do presidente da Concelhia do PSD do Marco, que também já foi titular do cargo. Que faz ele? Para encobrir as suas próprias insuficiências, anda a reproduzir no sítio onde escreve (?) textos de José Carlos Pereira aqui escritos e, agora, também os meus. Claro que se poderia falar ao senhor em causa de direitos de autor, mas presumo que não lhe conste o que seja tal coisa. Que pretende o senhor? Um lugar nas listas do PSD para o irmão (de preferência outro para si, para compor o ramalhete). Porque é essa - apenas essa - a noção que tem do que é a causa pública.

O problema dos irmãos Cruz é que nunca têm coragem para serem os primeiros. A não ser no "sindicato" controlado de votos da estrutura partidária. Por outro lado, acontece que também ninguém os quer para número dois, ou três, ou quatro. Foi, assim, comigo, em 2001; foi assim com Manuel Moreira, em 2005; e é a sorte que agora volta a estar-lhes reservada.

Moral da história: se não têm coragem para serem nº 1 e se ninguém os quer nas suas listas, teremos de concuir que o problema não está nos outros - está neles. Será assim tão difícil perceber o óbvio ululante?

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publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 13:47link do post | comentar | ver comentários (5)

Tive, ao fim da tarde de ontem, uma interessante e simpática conversa com um apoiante empenhado de Artur Melo. Para esclarecer alguns mal-entendidos. No final, pediu-me que não insistisse na tese de que as eleições no Marco vão ser polarizadas em torno de Manuel Moreira e de Ferreira Torres. O problema é este: eu não tenho condão de decretar bipolarizações - limito-me a olhar, com olhar atento, a realidade circundante. E, na minha opinião, a bipolarização existe. Independentemente da minha vontade.

Aliás, no caso concreto, dificilmente poderia ser doutra forma: de um lado, está o actual presidente; do outro, o seu antecessor. Para "avariar" este cenário, teria de haver pelo meio uma candidatura muito forte e muito apelativa. E não há.

Recordo, então, os esforços que fiz em tempo para que a candidatura do PS no Marco fosse forte. Se assim tivesse acontecido, talvez a luta fosse hoje entre Manuel Moreira e Artur Melo e estaríamos perante uma situação normal, porque seria mais difícil a Ferreira Torres abrir caminho. Até a mim teria poupado trabalho e permitir-me-ia dedicar-me com mais afinco a outras coisas.

Paciência.

 


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