Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Nov 09
publicado por José Carlos Pereira, às 00:10link do post | comentar

No espaço de uma semana Armindo Loureiro voltou atrás e, depois de nos ter escrito uma carta em que anunciava o propósito de renunciar ao mandato e provocar eleições antecipadas para a Assembleia de Freguesia de Tuías, disse ao jornal "A Verdade" que "não renunciava nada".

Loureiro adiantou que "se não conseguir instalar a junta, trabalhamos como trabalhou a junta de Santo Isidoro", ou seja, sem completar o executivo, que foi o que aconteceu no mandato anterior na freguesia de Santo Isidoro.

O que terá feito Armindo Loureiro mudar de posição? Será que reflectiu no cenário que aqui coloquei? O que é certo é que Armindo Loureiro não fica bem "na fotografia" com estes avanços e recuos...


Só quem não conhece o sr Armindo Loureiro se admira.
Este senhor já se demitiu noutras ocasiões como aquando do conflito de Fornos eTuías, e a respectiva tirada da taxas do lixo.
Estamos habituados a demitir-se à tarde e quando acorda faz de maneira diferente.
Será que ainda está à espera de um golpe como em 2001 para coseguir impor a sua vontade?
António Santos
asantostinoco@gmail.com a 16 de Novembro de 2009 às 16:00

Caro Dr José Carlos,
Este espaço publicou, por ter sido remetida para tal (deduzo), uma carta do Sr Armindo Loureiro na qual comunica que ele e os “seus pares pediram a renúncia ao mandato para que foram eleitos em 11 de Outubro, tendo em atenção a não eleição do 2º vogal por si proposto…”.
Tomamos conhecimento que afinal já não há renúncia ao mandato. Permita que sugira ao autor da carta que, utilizando a mesma via, faculte aos leitores os motivos que impediram a consumação da decisão tomada e anunciada pelo próprio.

antonio ferrreira a 16 de Novembro de 2009 às 18:20

Esse esclarecimento de Armindo Loureiro seria bem-vindo, de facto.

Armindo Loureiro percebeu que ao arriscar a demissão perderia a junta, por isso recuou. Agora, depois de cair na realidade deve formar a equipa que governará a junta, se o povo de Tuías não lhe deu maioria absoluta é porque entendeu que não a devia dar, por isso Armindo Loureiro não pode fazer birra e querer mandar na junta sozinho se o povo não quis. Armindo Loureiro seja honesto e cumpra o que o povo de Tuías deliberou no dia 11 de Outubro.
José Augusto Pereira a 16 de Novembro de 2009 às 21:23

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