Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Nov 09
publicado por José Carlos Pereira, às 23:40link do post | comentar

Continua o impasse que tem impedido a instalação da Junta de Freguesia e da Assembleia de Freguesia de Tuías. As candidaturas lideradas por Armindo Loureiro (independente), presidente de Junta eleito, e por António Loureiro (PSD), mantêm-se irredutíveis e não conseguem construir os consensos necessários para ultrapassar o bloqueio.

Armindo Loureiro insiste que quer escolher a sua equipa, mesmo sem ter obtido maioria absoluta, e o PSD reivindica um lugar no executivo para viabilizar a Junta. Até quando? Entretanto, o principal prejudicado é...a freguesia de Tuías.

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Mas os únicos responsáveis também são os eleitores de Tuías que realizaram livremente a sua escolha.
Democracia é isto, e quem não reflectir bem antes de votar tem depois de assumir as suas responsabilidades.
jvaldoleiros a 26 de Novembro de 2009 às 00:11

Cada vez pior Sr. Armindo, cada vez pior é o que tenho a dizer.

Cumprimentos
David a 26 de Novembro de 2009 às 16:06

Nesta já longa história registo, na minha opinião, algumas incongruências.
O vencedor das eleições para a Assembleia de Freguesia de Tuías , veio anunciar neste espaço as razões pelas quais iria renunciar ao mandato. Posteriormente terá reconsiderado a sua decisão. Da primeira decisão deu as suas explicações, da segunda dispensou as explicações tidas convenientes.
A força que ficou em segundo lugar reclama um lugar no executivo. Num outro órgão autárquico, i.e. Mesa da Assembleia Municipal, a mesma força política teve uma posição aparentemente diferente.
Está na hora das estruturas partidárias tomarem uma posição, o silêncio e o impasse criados, não aproveitam a ninguém.
antonio ferreira a 26 de Novembro de 2009 às 16:38

O leitor António Ferreira tocou num ponto fulcral. Onde está a coerência do PSD?

José António
José Antonio a 28 de Novembro de 2009 às 01:57

Sem discutir as razões das listas, até porque não as conheço em profundidade, sempre teremos de observar que é substancialmente diferente o processo de eleição do órgão executivo Junta de Freguesia e da mesa que gere os trabalhos de uma Assembleia Municipal.

Caro Dr José Carlos,
Naturalmente que não são comparáveis os processos que conduzem à eleição do executivo da Junta e da mesa da Assembleia Municipal, no entanto os princípios deveriam ser os mesmos. Já aqui foi defendido que “quem ganha deve governar” e que quem perde deve fazer oposição, pelo que neste caso, independentemente de concordar ou não com a posição, o princípio deveria ser observado.
Mas também já aqui foi defendido, entre outros, a criação de um novo concelho e de um conselho consultivo municipal. Enquanto munícipe preocupa-me saber se estas ideias, defensáveis e legitimas para os seus autores, reflectem só um pensamento individual ou algo mais.
Todos os casos citados tiveram origem em personalidades que foram recentemente eleitos para o desempenho de funções autárquicas e como ainda ninguém assumiu que não se revê nestas posições…

antonio ferrreira a 29 de Novembro de 2009 às 12:20

É legítima a questão que coloca, embora me pareça que não passa(ra)m de posições individuais.

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