Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
26
Abr 10
publicado por José Carlos Pereira, às 00:05link do post | comentar

O PS/Marco decidiu apontar as suas baterias, de forma inopinada, contra Gil Mendes, novo vice-presidente do PSD local, durante a última Assembleia Municipal. Diz o PS que políticos como Gil Mendes não fazem falta. Em causa estavam supostas declarações na última campanha eleitoral. Declarações que, afinal, Mendes não proferira e que justificaram posteriores desculpas do líder do grupo socialista na Assembleia, João Valdoleiros.

Ora, se nem sempre as posições de Gil Mendes são consensuais, a verdade é que o seu percurso íntegro, de combatente corajoso pela liberdade e pela democracia em Marco de Canaveses dá-lhe um enorme crédito perante a maioria dos marcoenses.

Gil Mendes foi um estóico autarca na freguesia de Ariz, dirigente sindical e associativo, um dos principais impulsionadores da Associação dos Amigos do Marco e director-adjunto do "Notícias do Marco", um periódico que teve um papel fulcral na luta contra a maioria de Ferreira Torres. O facto de agora se tornar dirigente do PSD é uma garantia de que esse partido não mais será permeável às investidas dos sectores próximos de Ferreira Torres. O que é bom para todos os marcoenses, independentemente do seu credo político.

Por tudo isto, a opção do PS de erigir Gil Mendes em alvo dos seus ataques é incompreensível, à luz dos meus olhos e de muitos e muitos marcoenses. Um verdadeiro tiro no pé dos dirigentes socialistas.


Afinal quem tinha chamado mentiroso a Artur Melo foi António Coutinho, como o próprio admitiu nessa mesma assembleia. Mas isso o senhor não deve ter ouvido... Nunca ouve, nem ouve as excelentes intervenções dos deputados socialistas. Só ouve os tiros porque produzem mais decibeis...
Alvaro a 26 de Abril de 2010 às 19:34

O meu texto é sobre Gil Mendes e sobre as referências que lhe foram feitas. Não sobre António Coutinho.
É verdade que este tiro produziu decibéis desnecessários.

Peço desculpa, este texto é sobre o PS. Haja honestidade intelectual
Alvaro a 26 de Abril de 2010 às 19:53

Ainda gostava de o conhecer, se é que existe, caro Alvaro, será o mandatário para a defesa de Artur Melo? É que só cá aparece para isso.

José Silva
Anónimo a 26 de Abril de 2010 às 21:05

Já agora,o senhor aparece para quê, senhor "José Silva"?
Alvaro a 27 de Abril de 2010 às 00:30

Para defender pessoas sem palavra não será com toda a certeza.

José Silva
Anónimo a 27 de Abril de 2010 às 18:39

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