Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
08
Jun 10
publicado por José Carlos Pereira, às 08:45link do post | comentar

Aproxima-se a fase crítica dos fogos e as estruturas da protecção civil enfrentam o período mais delicado. O Comando Operacional Distrital da Autoridade Nacional de Protecção Civil já apresentou o seu plano para o distrito do Porto enquanto a governadora civil, Isabel Santos, se mostra preocupada e tenta sensibilizar os cidadãos para que sejam os primeiros defensores da floresta.

Em 2009 o distrito do Porto teve 6.964 incêndios e 9.452 hectares de área ardida, contra apenas 2.402 incêndios e 569 hectares em 2008, e todos esperamos que esses números não se repitam. O concelho de Marco de Canaveses foi aquele que teve maior território ardido, com 1.959 hectares devastados pelo fogo, seguindo-se Amarante com 1.829 hectares.

Este indicador leva-nos a fazer votos redobrados para que as nossas estruturas locais da protecção civil tenham os meios necessários para a sua missão e apostem atempadamente na sensibilização das populações, tomando como exemplo o desastre ambiental verificado no ano passado.


com os meus cumprimentos
está na hora para que o governo ponha os do rendimento de inserção social a darem uma ajuda muito útil ao nosso país,pondo-os a vigiar os montes e florestas da suas áreas de residencia,para poderem prevenir essas catástrofes ambientais nestes meses. atentamente
amm
tonaci a 8 de Junho de 2010 às 22:28

Em moldes adequados, podia ser, de facto, uma forma de tornar úteis pessoas que beneficiam de apoios sociais e que assim poderiam sentir-se activos e envolvidos com a comunidade. Mas não é uma medida fácil...

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