Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Jun 10
publicado por José Carlos Pereira, às 00:15link do post

Séc. XIX

 

Em 31 de Março de 1852, na sequência de um novo reordenamento administrativo, é criado o concelho de Marco de Canaveses, que conta com cerca de 25.000 habitantes e 6.300 fogos.

Em 1856, o concelho tem 1.004 eleitores, dos quais 235 são elegíveis para deputados e 239 elegíveis para cargos municipais. O recenseamento eleitoral é elitista, em função dos rendimentos disponíveis e de se saber ler e escrever. O poder local é então fraco, sem meios para realizar obras com dimensão. Tinha, contudo, o ónus do recenseamento militar e da administração fiscal.

O Código administrativo de Rodrigues Sampaio, em 1878, vem conferir mais atribuições ao poder municipal, por exemplo nas escolas. O estatuto de administrador do concelho, que exigia curso superior ou do secundário, era mais elitista do que o de vereador, a quem bastava a instrução mínima.

Nesse mesmo ano a via-férrea da linha Douro chega até ao Juncal, assistindo-se também nesse período ao investimento na rede nacional de estradas. Os marcoenses lutam depois por uma via rodoviária que partisse da estrada Porto-Amarante, que estava em construção, em direcção ao Douro, rasgando o interior do Distrito do Porto. Em 1884 é construída a estrada Penafiel-Marco.


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