Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Jun 10
publicado por José Carlos Pereira, às 00:15link do post | comentar

Anos 20

 

Numa década de grande fulgor, o poder municipal discute a instalação da Guarda Republicana e do Hospital.

Surgem a electro-moagem, a segunda fábrica de moagem, a fábrica do papel e o hotel das Caldas de Canaveses. A sociedade civil faz nascer jornais, clubes desportivos e, em 1924, a Associação dos Bombeiros Voluntários. Defende-se a existência de uma biblioteca popular e de outros equipamentos públicos.

No seguimento do golpe de 28 de Maio de 1926, em 11 de Julho é nomeada pelo governador civil uma nova Comissão Administrativa. São extintos serviços da administração do Concelho que conflituavam com a Câmara e o presidente da Câmara assume essas funções.

Adriano José de Carvalho e Melo (1º administrador) e Caetano Queirós Montenegro (1º presidente da Câmara) passam a integrar a toponímia. Avança nessa altura o estudo para construção de uma central hidroeléctrica com outras Câmaras do Douro.


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