Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
25
Jun 10
publicado por José Carlos Pereira, às 00:15link do post

Anos 30

 

Em 1930 chega o telefone ao concelho e continua a saga do abastecimento de água.

A depressão de 1929 provoca uma profunda recessão económica. Há falta de trabalho, regressam muitos marcoenses à terra com o fecho das fábricas nas cidades e os produtos agrícolas não são escoados.

A crise é também social e em 26 de Fevereiro de 1933 ocorre o crime de Soalhães, imortalizado por Bernardo Santareno na obra “O crime da aldeia velha”.

A Associação Beneficente dá lugar à Santa Casa da Misericórdia.

Em 17 de Janeiro de 1935 são aprovados o brasão e a bandeira do concelho. O Código Administrativo de 1936 cria o Conselho Municipal, com corporações e representações, a Câmara, que é eleita trienalmente pelo Conselho, e o presidente da Câmara, nomeado pelo Governo pelo período de 6 anos. Há um reforço do presidente como representante do poder do Estado. Marco de Canaveses é classificado como concelho rural de 2ª ordem.

Em 1939 são definidos os limites da Vila e a Legião Portuguesa passa a ter sede aberta.


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