Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
27
Jul 10
publicado por José Carlos Pereira, às 00:15link do post | comentar

O "Diário da República" de ontem publicava a nomeação de Emília Sousa para o cargo de Chefe de Divisão de Recursos Humanos da Câmara Municipal de Marco de Canaveses. Esta nomeação de direcção intermédia ocorre em regime de comissão de serviço por um período inicial de três anos.

Emília Sousa é licenciada em Psicologia (área de Psicologia do Trabalho e Empresas) e mestranda em Gestão de Recursos Humanos. Pertence ao quadro da administração local desde 1995 e era até aqui Chefe da Divisão Administrativa da Câmara Municipal de Felgueiras.

Como é sabido, a área de recursos humanos assume particular relevo na Câmara Municipal, na medida em que a avaliação das competências dos funcionários municipais, a sua formação e motivação são elementos imprescindíveis para um melhor desempenho e para a prestação de um bom serviço aos munícipes.


Um pouco off do texto, estou a ler o jornal "A verdade" e numa entrevista do presidente da câmara, ele diz que "adquiriu um terreno em Soalhães por 500 mil euros (para o centro escolar)... Apesar de existir um protocolo de cedência do terreno para a autarquia, feito no mandato de Avelino Ferreira Torres... Há coisas dadas que ficam mais caras que as compradas"

Ora eu não tenho todos os dados sobre o assunto, mas o meu censo comum diz-me que é exactamente ao contrário, e mesmo não sendo será que um terreno dado ficaria mais caro do que 500 mil euros? Para uma câmara mergulhada em dívidas não seria este uma boa forma para não gastar dinheiro?

Cumprimentos,
Luis Miguel
Luis Miguel a 27 de Julho de 2010 às 20:00

A história é longa, mas conheço-a bem. É verdade que ficou mais barato adquirir o terreno por esse valor do que suportar as contrapartidas negociadas pelo executivo de Ferreira Torres. E os quinhentos mil euros serão pagos de forma faseada.

O terreno do Casal não vale 500 mil euros, nem sequer metade.
Mas a história tem outro enredo.
Calheiros a 29 de Julho de 2010 às 13:20

Vale a pena dizer que conheço bem o processo a que se refere, que foi submetido à Assembleia Municipal no final do mandato anterior, sendo aprovada por unanimidade a respectiva aquisição.
O terreno foi avaliado num valor que me parece razoável. É uma área muito significativa de terreno e o pagamento será efectuado em quatro anos.

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