Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
30
Ago 10
publicado por João Monteiro Lima, às 17:55link do post | comentar

O Marco tem um posto de turismo localizado no espaço lateral à Câmara. Fica a informação para quem não saiba. No entanto, o Posto de Turismo tem um horário de funcionamento semelhante ao dos Serviços da Câmara, qualquer coisa do género 9h-12h30m e 14h-17h30m de Segunda a Sexta.

Tanto quanto sei não há outro horário de funcionamento, pelo que se alguém se dirigir ao Posto de Turismo fora daquele horário, terá a porta fechada. Em outas autarquias como Póvoa de Varzim (liderada pelo PSD) o Posto de Turismo tem um horário distinto no Verão e no Inverno e encontra-se aberto ao fim-de-semana.

Não é difícil encontrar turistas, nacionais e estrangeiros, "perdidos" ao fim-de-semana na zona da Câmara com o Posto de Turismo fechado e sem saber para onde se dirigirem.

No Marco, a fraca identificação da localização do posto de turismo aliado ao limitado período de funcionamento não ajudam a potenciar o turismo, pelo que a nossa terra não é o tal Marco no Turismo.

Se há algum receio em adoptar medidas implementadas noutros concelhos de outras "cores", pode ser que adoptem esta medida posta em prática na Póvoa.

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Caro João Monteiro Lima,bem avisado andará o meu amigo,se não continuar esta campanha de elogios ao trabalho de outras autarquias.
É óbvio,que estou de acordo com tudo quanto o meu amigo critica e opina,mas cuidado,pois consta-me que M.M. não perdoa aos da sua côr partidária,quanto mais aos seus adversários políticos.
Entenda-se porquê.Não me diga o meu amigo,que também aceitaria,que lhe ofuscassem a luz da sua aréola,claro,se fosse esse o caso?
Quanto à crítica que o Marco não está no Turismo,perdoe-me,mas afinal para que serve essa coisa da Confraria do Anho Assado com Arroz de Forno,que o João bem sabe ser prato regional SÓ do Marco?E o Festival daquele outro prato,as tão "típicas" francesinhas marcuenses?
Saudações amigas.
Miguel Fontes a 30 de Agosto de 2010 às 23:29

Caro Miguel Fontes,
não estou muito preocupado com o perdão seja de quem for. Não me assusto com tanta facilidade. No entanto, agradeço o aviso.
As criticas que faço são acompanhadas de bons exemplos que poderiam ser aproveitados para o Marco, mas sei que poderá haver que não aceite "copiar" ideias (boas ideias) dos outros. No entanto, há caso no Marco que penso que foi "copiado" e que não veio grande mal ao mundo, refiro-me às Assembleias Municipais de Jovens que anualmente se realizam no mês de Abril. Penso que estas assembleias foram iniciativas que se realizaram noutros concelhos (Valongo, se não estou em erro) e que o Presidente da AM do Marco, António Coutinho, adaptou ou "copiou" para o Marco. E ainda bem que o fez, pois têm sido um sucesso.
Quanto ao trabalho da Confraria, também tenho a minha opinião, acho que poderia ser melhor. Já as "francesinhas marcoenses " foi uma ideia que eu ainda não percebi onde a desencantaram.

amigo joão,já há alguns anos quando era deputado da assembleia municipal chamei a atenção para este grave problema e até propus que estivesse aberto ao fim de semana e mais aconselhei um posto provisório junto da igreja de fornos que é o local onde mais turistas aparecem durante todo o ano, sabe qual a resposta do presidente-FALTA DE PESSOAL inacreditável com tantos assessores ...que lhe havemos de fazer é assim e assim será:
-falta de vontade e de empenho...
abraço
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amigo joão,já há alguns anos quando era deputado da assembleia municipal chamei a atenção para este grave problema e até propus que estivesse aberto ao fim de semana e mais aconselhei um posto provisório junto da igreja de fornos que é o local onde mais turistas aparecem durante todo o ano, sabe qual a resposta do presidente-FALTA DE PESSOAL inacreditável com tantos assessores ...que lhe havemos de fazer é assim e assim será: <BR>-falta de vontade e de empenho... <BR>abraço <BR class=incorrect name="incorrect" <a>amm</A>
tonaci a 31 de Agosto de 2010 às 02:16

Caro António Machado,
esta situação do posto do turismo demonstra também falta de vontade para a resolver. Por um lado, o executivo quexa-se do número de funcionários que herdou e por outro queixa-se que não tem funcionários para o posto de turismo, em quê que ficamos?

Caro João Lima
O seu comentário reporta a uma realidade deplorável.
Moro na Alameda onde fica o dito Posto de Tuismo e confirmo que, de facto, o horário não serve o turista ou qualquer visitante ocasional.
Recebo, no Marco, desde que aqui resido, muitos familiares e ainda, há dias, a minha irmã (que me visitava e a este meu Concelho) foi, ao sábado, ao suposto "Posto de Tuismo" e o mesmo, como funciona com o "sagrado" horário da função pública, estava encerrado. Vinha, talvez, mal habituada, pois reside no Alentejo, onde, como em muitos Concelhos consideram o Turismo uma aposta estruturante, têm os postos de atendimento ao visitante abertos até ás 22 horas, todos os dias, de Julho a Setembro, e mesmo ao fim de semana, nos outros meses.
Dirão que isso tem custos e a enorme herança devedora da nossa Câmara impede tal.
Contudo, acontece que, em alguns desses Concelhos, esse atendimento, (fora do dito "sagrado" horário) é feito por voluntários individuais ou povenientes de associações de defesa do património, ambientalistas, escuteiros, escoteiros, entre outros, que, com o devido enquadramento protocolizado (este sim, da responsabilidade de quem tutela), envolvem-se na defesa da memória e património, dinamizando os pontos de atendimento turístico e, mesmo, criando novos.
No Concelho do Marco, já sei, a tendência é para "municipalizar" o movimento associativo e a sociedade civil, para que sejam "disciplinados", ou seja, saibam quem é o "dono", o que se estendeu ao próprio voluntariado, onde a Câmra é que gere o respectivo banco; mas, paradoxalmente, nunca ocorreu a quem gere, como membro da Vereação, a Cultura, Património ou a àrea Social, pensar em rentabilizar a influência municipal, junto do assocativismo (ambiental e de património), no sentido de termos postos de informação turística com horário adequado a quem´se desloca para conecer melhor a nossa terra...
Enfim, o tal deficite de cidadania, alimentado por um paternalismo municipal excessivo...
abel ribeiro a 31 de Agosto de 2010 às 10:03

Caro Amigo Abel Ribeiro,
o seu texto poderia ser "aproveitado" pela Câmara, pois avança com soluções para resolver o problema do Posto de Turismo. Tenho dúvidas que o façam, mas ... .
Porque não fazer o que se faz noutors locais, colocando voluntários, os pessoas ligadas ao movimento associativo local?
Fala dos bons exemplos praticados no Alentejo, porque não trazê-los para o Marco?
A "pesada herança" não pode servir para tudo. Andar sempre a bater na herança não resolve nada. E há situações para as quais a resolução não implica custos. Os exemplos que o Abel cá deixou provam que não será preciso tanto dinheiro para pôr o Posto de Turismo a funcionar em condições.

Excelente a intervenção de Abel Ribeiro por todo o seu conteúdo,quer apontando sugestões-soluções para a prática dum horário do nosso Posto de Turismo,mais coerente com a sua finalidade,e simultaneamente capaz de fomentar,junto dos nossos jovens(se feitos colaboradores),o conhecimento,o amôr e a defesa da nossa cultura,dos seus usos e costumes,da nossa gastronomia,dos nossos vinhos hábitos,da nossa história presente e passada,quer por vir demonstrar aos Marcuenses como nós,com o exemplo dos seus familiares-visitantes,mais uma vez o autismo do Executico de Manuel Moreira,perante questões aparentemente menores(dirá ele),mas suficientemente elucidativas,até pela sua multiplicação,da real incompetência como gestor da nossa autarquia.Queremos mais obra e menos retórica.
Miguel Fontes a 31 de Agosto de 2010 às 20:06

Snr/a. AF
O Senhor/a tem razão e os outros comentadores também, e há aqui outros problemas legais que não são de fácil enquadramento. Todos têm razão, mas há problemas sérios a ultrapassar. No meu modesto entender, seria a Câmara Municipal contratar uma empresa privada, para fornecer a mão de obra necessária e qualificada para manter o Posto de Turismo aberto.
Também não gosto da localização atráz da cadeia... Penso que a melhor localização seria junto do Parque Fluvial do Tâmega. Que é o n/ex-libris de excelência.
Anónimo a 3 de Setembro de 2010 às 15:12

Caro leitor
se há os tais problemas legais, urge arranjar soluçoes, o Posto de Turismo é que nao pode continuar na mesma situação

Senhor João M. Lima
Relativamente à falta de sinalização do Posto de Turismo, acho boa ideia estar mal sinalizado porque como não serve para nada, há o benefício de enganar menos gente. Penso ser uma boa ideia, quanto menos indicações melhor.
Quanto ao horário de funcionamento, não vejo como possa ser legalmente alterado. É servido por funcionários da Câmara quem tem um horário estabelecido. Também não é novidade para nenhum português que se precisar de alguma informação de um serviço público em todo o país é de Segunda a Sexte Feira, nos horários estabelecidos e ainda se deverão precaver com as tolerâncias de ponto e os encerramentos anunciados em editais.
A ignorância ou má interpretação da Lei, não pode beneficiar o cidadão e os funcionários não podem ser prejudicados. Aplica-se a tudo.
Quanto aos estrangeiros se na terra deles é diferente pede-se encarecidamente que não apareçam por cá a transmitir esses maus hábitos.
AF
Anónimo a 1 de Setembro de 2010 às 12:33

Caro leitor,
percebo a ironia, mas acho que a Câmara já podia ter feito mais pelo turismo e pelo Posto de Turismo

Apesar do problema das leis e outras opiniões que aqui tem sido discutidas, penso que este assunto é demasiado sério para ser adiado. As dificuldades que os Marcoenses estão a passar nesta era pós FT, enfim muita miséria.
O Sr. Presidente da Câmara tem poderes para resolver o problema do Posto de Turismo, já na Segunda-Feira, nomeando um acessor para o Posto de Turismo, e assim se contornariam as leis.
António Moreira
Anónimo a 4 de Setembro de 2010 às 22:33

Caro António Moreira,
penso que não será preciso nomear mais ninguem como assessor para o Posto de Turismo. A Câmara precisa de um técnico de turismo, com ideias e meios para dinamizar não só o Posto de Turismo (até pode aproveitar o que já foi escrito sobre o Posto de Turismo), mas e fundamentalmente o Turismo concelhio.

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