Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Nov 10
publicado por António Santana, às 20:21link do post | comentar

Segundo o Telejornal da RTP, hoje o Diário de Noticias dá conta das 270 nomeações feitas pelo actual governo do PS, para cargos públicos, depois de em Maio, após começar os PECs,  ter determinado o cancelamento de admissões e progressões de carreira. Afinal, que governo é este e que politica é esta ?


Demagogia e censura... Este blog já foi um espaço de tolerância, agora é o espelho da extrema-direita do senhor Santana.
Alvaro a 16 de Novembro de 2010 às 01:11

Caro leitor,
penso que esta a ser injusto na medida em que o Santana não é da extrema direita, nem por cá se censura o que não seja ofensivo.
Aliás, o seu comentário poderia ser tido como ofensivo e mesmo assim publiquei-o sem sequer falar com o António Santana.
Aliás, o leitor reparará que o Antonio Santana publica textos em muito menor quantidade do que eu, pelo que se tem essa opinião sobre o blogue não será pelos textos do Santana. E se há coisa que não sou é da direita, muito menos da extrema direita.
A discussão que se pretende deve ser feita com elevação para que seja possivel tornar a discussão salutar

Caro Alvaro,

Se entende por extrema direita alguém que entende que não se deve mentir declaradamente ao Povo Português, então estou de acordo. Se entende por ser de extrema direita alguém que não aceita que aqueles que tiveram responsabilidade pelo que estamos a passar, digam agora que a culpa não é sua, então estou de acordo. Se entende por extrema direita aqueles que não acreditaram que seria possível criar 150.000 novos empregos, quando a crise já se anunciava, então estou de acordo. Se entende por extrema direita aqueles que dizem que no Poceirão "jamais", então estou de acordo. Se entende por extrema direita aqueles que ficaram incrédulos com os aumentos salariais de 2,5% aos funcionários públicos antes das últimas legislativas, quando a crise já se adivinhava, então estou de acordo. Se considera de extrema direita alguém que não concorda com as obras megalómanas , como tgvs e outras, então estou de acordo. Se considera de extrema direita alguém que viveu as mudanças e retrocessos nas reformas da educação nos últimos dois anos, então estou de acordo. Se considera de extrema direita as penalizações constantes aos que trabalham por conta de outrem e pagam os seus impostos, então estou de acordo. Se considera de extrema direita alguém que não concorda com os constantes benefícios aos sistemas financeiros, então estou de acordo. Se considera de extrema direita alguém que discorda da destruição do sistema produtivo nacional, então estou de acordo.
Como vê, caro Álvaro, se esse é o seu conceito de extrema direita, coloque-me aí. Eu agradeço.

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