Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Nov 10
publicado por João Monteiro Lima, às 23:05link do post | comentar

Amanha realiza-se mais uma reunião pública da Câmara do Marco. Depois da agitação vivida numa reunião anterior espera-se que uns saibam dignificar o órgão a que pertencem e outro saibam exigir a mesma dignificação.

Ao Presidente da Câmara cabe dirigir as reuniões bem como exigir que se cumpram as mais elementares regras da democracia e da educação. Estas regras não impedem o Presidente da Câmara de "dar um murro na mesa" se a tal se vir obrigado para elucidar quem ainda não souber quem é que deve orientar as reuniões.

Os marcoenses exigem dos eleitos municipais elevação no desempenho dos cargos para os quais foram eleitos. Estamos no ano 2010, já passaram 36 anos desde o fim da ditatura em Portugal, quem teimar em ser ditador que emigre. Para a Coreia do Norte, por exemplo.

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Meu caro João Monteiro Lima

Subscrevo a totalidade das suas palavras e acrescento que M.M. necessitará de modificar a sua postura na condução das reuniões do Executivo,não permitindo que elementos do público(no caso concreto,trata-se dum filiado do P.S.),peçam a palavra com a única e premeditada intenção de agredirem verbalmente, o vereador do P.S.,alimentando polémicas,que deveriam ser derrimidas com elevação e no local próprio,a sede do partido.
Creio que é o mínimo exigível a quem se afirma democrata e socialista.
Compreendo que a natureza humana de todos nós,possa contribuir para alguns destemperos,mas conceder a palavra em repetidas ocasiões,ao mesmo cidadão,certo de ouvir serem-lhe tecidos elogios a si e à sua obra(?) e palavras em desfavor dos seus adversários políticos,convenhamos que no mínimo não é de bom tom.
Termino com um aforismo popular,que reza,"Quem semeia ventos,colhe tempestades"

Um abraço
Miguel Fontes
Miguel Fontes a 24 de Novembro de 2010 às 23:57

Caro João Lima

Finalmente,os munícipes marcoenses,podem considerar que o órgão autárquico,que tutela as suas vidas,respeitou as regras básicas da prática política democrática.
Tenho informações que a reunião pública do Executivo, decorreu sem incidentes,apenas com um ligeiro senão,nada de muito gravoso,mas que me parece de evitar em futuras reuniões.
Refiro-me à intervenção crítica de M.M.,em relação à declaraçao de voto dum vereador da oposição,AFT.
Para quem se queixa da conflituosidade daquele vereador,bom seria não criar situações que permitam tais incidentes.
Qualquer vereador tem o direito democrático de colocar ou exprimir a sua, ou suas posições político-partidárias.Não compete a M.M. em reunião do Executivo,discuti-las,criticá-las.Gostemos,concordemos ou não,acima de tudo deveremos respeitá-la,ou será que os tiques ditatoriais não acabaram e temos novo representante do regime musculado concelhio de triste memória?

Um abraço
Miguel Fontes
Miguel Fontes a 27 de Novembro de 2010 às 16:38

Caro Miguel,
ao ler o que leio e ao ouvir o que ouço sobre as reuniões de Câmara, pergunto-me o que faria AFT se fosse Presidente da Câmara e os vereadores da oposição fizessem aquilo de que ele é acusado?

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