Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
06
Dez 10
publicado por João Monteiro Lima, às 23:55link do post

Na passada Quarta-feira, juntamente com os meus dois melhores amigos, fiz-me ao caminho e percorri pela 1ª vez o percurso entre a Igreja de Soalhães e a Capela do S. Brás, no lugar de Almofrela, em Baião.

Foram dois os principais motivos que levaram a pôr-mo-nos ao caminho: o convívio entre bons e velhos amigos e o repasto que nos esperava na Tasquinha do Fumo.

Foram mais de 5 quilómetros que percorremos entre Soalhães e o S. Brás, e neste percurso vimos de tudo, paisagens magnificas aqui a dois passos e a simpatia das gentes das aldeias, mas também lixo, placas  orientadoras do trajecto vandalizadas e a destruição provocada pelos incêndios do último Verão. É pena ver que ainda há quem não seja civilizado e se dê ao trabalho de "mexer no que está quieto" só para estragar.

A Isabel e o Artur, com a simpatia e a hospitalidade habituais, esperavam-nos com um cozido de "chorar por mais" e o verde tinto para recompor energias. O frio, esse acompanhou-nos todo o caminho, o que tornou ainda melhor a aventura.

Logo ao almoço, ficou agendado o regresso a Almofrela ainda antes do Natal, novamente a pé pela serra acima. E que bom que era já não ver nem lixo nem sinais de vandalismo. À atenção das Câmaras do Marco e de Baião.


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