Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Dez 10
publicado por João Monteiro Lima, às 13:45link do post

O economista e candidato a Presidente da Direcção da AE Marco, Pedro Costa e Silva, enviou-nos o seguinte texto sobre a última Assembleia-Geral daquela associação. Transcreve-se:

 

 

"Assisti e participei como associado da Associação Empresarial do Marco de Canaveses, no passado dia 22 de Dezembro de 2010, à Assembleia Geral para aprovação do Plano de Actividades e Orçamento para 2011 e proposta de reestruturação da AEMARCO.

Aquilo que se lá passou em nada dignifica o Associativismo e o Órgão: Assembleia Geral, que deveria servir para que todos os associados, de uma forma livre, democrática e civilizacional contribuíssem para o engrandecimento, fortalecimento e dinamização da AEMARCO, colocando aí os seus pontos de vista, sugestões, opiniões e querendo vêr esclarecidos pela Direcção aspectos relacionados com a gestão da entidade em apreço. Mas nada disso imperou na referida Assembleia Geral.

O que imperou foi a vergonha e a falta de respeito pelas opiniões de alguns associados, tendo partido da pessoa que pela sua função institucional deveria primar pela independência e pela condução dos trabalhos de uma forma livre, justa e democrática, ou seja, o Sr. Presidente da Assembleia Geral (Sr. Joaquim Madureira).

Tudo começou quando um associado apoiante do movimento que se encontra em preparação para concorrer aos órgãos sociais da AEMARCO, solicitou e usou da palavra para questionar e dar a sua opinião sobre uma proposta da Direcção da Associação Empresarial do Marco de Canaveses, referente ao ponto da ordem de trabalhos relacionado com a reestruturação dos serviços.

Da referida reestruturação consta a constituição de uma nova empresa na esfera da Associação Empresarial do Marco de Canaveses, designada " ", cujo seu objecto social será a prestação de serviços jurídicos, de solicitadoria, de notariado, reconhecimento de assinaturas entre outros, trazendo-se já à referida Assembleia Geral o nome da pessoa que iria gerir a referida empresa, sem prévia consulta aos associados da AEMARCO. Foi o próprio gerente nomeado, mesmo antes da constituição da nova Empresa (Dr Duarte Meneses), que apresentou em plena Assembleia Geral os serviços que iriam ser prestados pela nova empresa, sociedade unipessoal (cujo único sócio será a Associação Empresarial do Marco de Canaveses).

Após essa intervenção, o Sr. Presidente da Assembleia Geral (Sr. Joaquim Madureira) teve uma atitude indigna de insulto pessoal a esse associado, de critica velada e de injúria pessoal. O Sr. Presidente da Assembleia Geral, que deveria primar pela total independência e de apenas dirigir os trabalhos da Assembleia Geral da AEMARCO, optou pelo insulto, por uma total falta de democraticidade e por uma atitude ditatorial na condução dos mesmos, parecendo que tinhamos regressado ao período do antes 25 de Abril, onde as pessoas não eram livres de dar as suas opiniões de uma forma totalmente livre e democrata. Chegou mesmo a dizer que "deveria de haver um crivo na entrada de alguns associados na AEMARCO, que alguns associados o que querem é destruir a Associação Empresarial". Palavras do Sr. Presidente da Assembleia Geral em exercício da AEMARCO.

Serão estas atitudes que dignificam e enobrecem o nosso Associativismo? Serão essas as pessoas que credibilizam, fortalecem e dão uma nova imagem da entidade que representam os empresários do nosso concelho? Claro que não!

Por último, é ainda de lamentar a forma prepotente, ditatorial e de total falta de transparência na condução deste processo eleitoral. Depois deste movimento ter solicitado e de ter sido informado pelo Presidente da Direcção em exercício da AEMARCO (Sr. José Pedro dos Reis) de que a consulta das listas dos associados poderia ser levada a cabo dentro das instalações da AEMarco, acompanhado por dois funcionários da Associação (tal como o próprio refere na última edição do "Jornal A Verdade"), eis que não é o meu espanto, quando no dia 23 de Dezembro último (dia após a realização da Assembleia Geral), o Sr. Secretário Geral (Dr Cláudio Ferreira) me comunica que foi "deliberado pelo Sr. Presidente da Assembleia Geral e pelo Sr. Presidente da Direcção" que esta consulta já não se poderia realizar. Após ter questionado o motivo para tal facto, não me foi apresentado qualquer tipo de justificação, dizendo-me, apenas e só, que assim foi decidido pelos atrás mencionados.

Serão este tipo de dirigentes que queremos vêr à frente desta entidade que representa o tecido empresarial do nosso concelho? Serão estas as atitudes que dignificam, enobrecem, valorizam e fortalecem uma associação que se quer representativa e que deveria zelar por defender os interesses de todo o tecido empresarial do Marco de Canaveses? Não é por este caminho que a nossa Associação Empresarial deverá ir.

Daí o nascimento deste movimento de empresários do nosso concelho que querem uma Associação Empresarial do Marco de Canaveses mais Forte e Fortalecida, Mais Dinâmica, Mais Valorizada e Mais Dignificada e com uma nova Estratégia de condução de pleno século XXI. São estas as ideias em que acreditamos e que desejamos vêr implementadas na AEMARCO.

Cumprimentos Associativos,

 

Pedro Costa e Silva"


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