Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Fev 11
publicado por João Monteiro Lima, às 22:25link do post | comentar

O leitor do Marco2009, Jorge Guedes, lança o seguinte alerta sobre um terreno em Alpendurada. Já na passada Sexta-feira, no período de intervenção do público, Francisco Freitas, ilustre Alpenduradense, alertou para a mesma situação. Tal como nos escrevia hoje um leitor "a luta é de todos".

Transcreve-se o alerta de Jorge Guedes:

 

Factos ocorridos recentemente levaram a evidências de tentativa de Usucapião, consumada em Conservatória de Registo Predial do Marco de Canaveses, sob inscrição datada de 02 de Dezembro de 2010, do terreno situado em frente à Escola EB 2,3 de Alpendorada.
De facto, o sujeito em causa, alegou ser o legitimo possuidor do terreno, sito no antigo lugar de Viúvas, sendo que, de entre outras barbaridades, diz ter feito, à vista de toda a gente, actos como semeio e cultivo de vários tipos de culturas, cortando o mato e retirando ainda outras utilidades como apascentando gado.
Hora como todos os Alpendoradenses sabem, o dito terreno, nos últimos 25 anos apenas tem sido utilizado pela freguesia de forma pública, tendo inclusive sofrido pelos populares intervenções de limpeza de mato e lixo, como prevenção da saúde e segurança pública.
Não me parece pois que, qualquer motivo possa legalmente contornar as evidencias de anos aos olhos de milhares de Alpendoradenses que se preocupem em defender a sua terra e as suas gentes.
Os interesses económicos e egoístas de qualquer indivíduo não podem fazer calar a nossa voz e os nossos direitos. A verdade deverá ser do conhecimento de todos. 
Jorge Guedes"


Mas de quem tera sido tao "brilhante ideia"?

Sera que as testemunhas do acto notarial (entre as quais a Dª Laura Melo) tem consciencia da grave "alhada" em que estao metidas?

Fazer favores deste genero podera sair caro.

Que sejam tomadas medidas para repor a legalidade do terreno (publico desde as expropriaçoes para a escola EB 2.3), em tribunal se for caso disso.
A Pereira a 1 de Março de 2011 às 16:12

Caro Sr.Jorge Guedes

Apoio o seu alerta,mas no seu caso teria ido mais longe.Apontaria publicamente,aqui no blogue,a identidade do autor desta "manobra".Não,não receie que o possam apelidar de "bufo".Essa expressão perjurativa nunca poderia aplicar-se a alguém que defende a coisa pública.Afinal,o meu amigo,eu e todos nós somos co-proprietários desse terreno e nestas circunstâncias estamos a ser burlados.
Assuma-se,sem receio,a Democracia agradece e os Marcuenses também.
Cumprimentos do
Miguel Fontes
Miguel Fontes a 1 de Março de 2011 às 22:54

Se é um terreno público, não se compreende que as entidades com interesse no assunto não se pronunciem, designadamente, a Junta de freguesia e o executivo municipal. ou não será assim?
antónio ferreira a 2 de Março de 2011 às 14:09

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