Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
04
Ago 12
publicado por João Monteiro Lima, às 12:55link do post

Coutinho Ribeiro escreve, no facebook, palavras sábias sobre algo que acontece muito no Poder Local . Em Portugal, e no Marco em particular, digo eu, que partilho da opinião do ilustre advogado de Soalhães.

Resta-nos explicar, a vezes que forem precisas, o quão errados estão bem como deixar quem pensa que tem o "direito natural a ser dono da terra" Transcreve-se a opinião de Coutinho Ribeiro

 

Acontece muito no poder local: há pessoas que, por uma questão hereditária, se julgam com um direito natural a serem os donos da terra. E há, também, que julgue que o bom nome de família e o funcionarem nessa lógica de clã também lhes confere um direito natural a mandar.
Estão todos enganados. Em política não há direitos naturais.
E quem pensar o contrário, arrisca-se a estatelar-se. 
A história está cheia de casos desses.

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