Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
03
Fev 13
publicado por João Monteiro Lima, às 23:55link do post | comentar

O marcoense Luís Vales, deputado do PSD eleito pelo distrito do Porto, enviou-nos o seguinte pedido de divulgação que se transcreve.

 

Exmos Srs:
 
Depois das questões apresentadas pela Sra Presidente da Junta de Soalhães e dirigente do Partido Socialista, Dra Cristina Vieira, venho pedir, para esclarecimento de todos os Marcoenses, a divulgação desta Intervenção que responde às questões enviadas a esse Blog pela Dra Cristina Vieira.
 
http://videos.sapo.pt/JV84eYfm47DZFOVLjSrt
 
Aproveito ainda para enviar noticia veiculada pela Agencia Lusa, Jornal Económico, JN entre outros a propósito deste tema:
 
A electrificação da linha ferroviária do Douro deverá avançar já no próximo ano.
Luís Vales, deputado do PSD, disse hoje à Lusa que obteve garantias governamentais de que a obra de electrificação da linha ferroviária do Douro, entre Caíde de Rei (Lousada) e Marco de Canaveses, vai arrancar no primeiro trimestre de 2014.
Luís Vales explicou à Lusa que tem essa garantia da Secretaria de Estado dos Transportes e sublinhou a "irreversibilidade da decisão".
"A informação que temos é a de que os estudos e projectos ficarão prontos em 2013. O concurso e adjudicação ocorrerão nos primeiros meses de 2014", acrescentou o deputado social-democrata eleito pelo Porto e natural de Marco de Canaveses, em declarações à Lusa.
Segundo Luís Vales, o investimento previsto para a electrificação daquele troço de via férrea, além de pequenas intervenções em matéria de segurança, deverá ascender a cerca de cinco milhões de euros.
Em 2009, o Governo socialista liderado por José Sócrates lançou um projecto de requalificação do mesmo troço ferroviário, no valor de 17 milhões de euros.
No ano seguinte, ainda com o PS à frente do Governo, o concurso em causa foi anulado, tendo a degradação da conjuntura económica do País sido apresentada como justificação para essa decisão
 
Com os meus melhores cumprimentos,
Luis Vales


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