Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Mar 13
publicado por João Monteiro Lima, às 17:55link do post | comentar

Alertado por um marcoense atento vejo que, também, no que se refere ao gás canalizado não há uma linha orientadora da colocação das caixas junto aos edificios.

Se nuns locais as caixas foram embutidas nas paredes, outros há em que estão em cima dos passeios.

Também neste assunto, não há uma definida e respeitada, ou se colocam as caixas no passeio ou embutem nas paredes do edificio, de forma a que não haja uma incoerência estética, ou melhor, mais uma incoerência estética nesta obra

A diária evolução da obra poderia comportar uma alteração nas referidas caixas, situação que deveria ter sido previamente definida, mas que ao que parece não terá sido.

Relembro que Joaquim Madureira, deputado municipal eleito Movimento Marco Confiante, levantou a questão relativa à colocação das condutas para o gás canalizado, que ao parece não teriam sido consideradas, ou que até à data não se viam indícios de que tal tivesse sido ponderado. Depois da intervenção de Joaquim Madureira, na semana seguinte, surgiram as pessoas ligadas aos gás canalizado e em força entraram em obra.

Na questão aqui levanto, mais uma vez, não está em causa quem executa a obra, mas quem tem um papel de decisão em todo o projecto. Aqui, tal como na colocação dos contentores do lixo, o que está em causa é a falta de atenção e de capacidade para encontrar as melhores soluções.

 


Caro João LIma

Ausentei-me do Marco alguns meses e quando do meu recente regresso, confesso a minha curiosidade em ver o andamento das obras da reaqualificação do centro urbano da cidade, o aspecto estético, a funcionalidade do projeto, porque afinal de contas trata-se dum projeto estruturante para uma maior fluidez do trânsito automóvel e dos peões.
Fiquei sinceramente desiludido.
Na Praça D.Carlos a nova rotunda invade a faixa de circulação viária, criando um estrangulamento à circulaçao do trânsito no único sentido admitido, o ascendente.
Por outro lado, na mesma rotunda, o desnível entre o piso atual e o que resta da pequena praçeta central é tão pequeno, que acabará por tornar tentador aos automobilistas a circulação sobre a zona destinada aos peões, com todos os riscos possíveis.
Se considerar o sucedido com as condutas do gás teremos que nos questionarmos quem são os responsáveis por lapsos desta gravidade?
A conclusão é óbvia.São aqueles que à pressão precisam duma qualquer obra para encher o olho do eleitor.Para esses o Marco concelho com as suas enormes carências em saneamento básico e água potável, vem depois, até porque tubos enterrados não batem no olho, não é?
Um abraço
João Valdoleiros
João Valdoleiros a 11 de Março de 2013 às 20:33

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