Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Abr 13
publicado por João Monteiro Lima, às 23:55link do post | comentar

Recebemos do leitor António Ferreira o seguinte texto que se publica

 

As obras e as pessoas!

 

A emblemática obra de regeneração urbana da cidade tem causado vários constrangimentos. Uns decorrentes da obra em si e outros por menor consideração pelos direitos dos utentes e, cumulativamente, pela ausência de planeamento.

Temporariamente uma das Paragem de autocarro foi deslocada para a rua Amália Rodrigues. Neste local os passageiros aguardam pelo transporte, convivendo e partilhando o espaço com diversos contentores de lixo que, ocupam os locais destinados a estacionamento automóvel, “convidam” os utentes dos transportes públicos a ocupar, parcial e temporariamente, o espaço destinado à circulação automóvel, isto é, a via publica.

O local de paragem situa-se a poucos metros de uma passadeira e de um cruzamento o que, além de eventualmente violar o CE, é em si mesmo, mais um elemento perturbador no conflituoso tráfego automóvel que nestes tempos se verifica na cidade.

A mudança deste local de estacionamento para a R. Dr. Queirós Ribeiro, a cerca de 50 metros de distância, onde há lugar para estacionamento, atenuaria significativamente os incómodos causados na circulação automóvel e proporcionaria os cidadãos aguardar pelo transporte em condições mais saudáveis


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