Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Mai 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 03:51link do post | comentar

Aquele assunto do gasóleo mal medido, que abalou a candidatura de Norberto Soares em 2005, em plena campanha eleitoral, parece que vai voltar à baila nesta eleição. Isso e o facto do dossiê da concessão da água e saneamento ter, em quase todos os documentos, a assinatura do candidato do movimento "Um Marco com Verdade". A ver vamos, como diria o cego, com pedido de desculpa aos invisuais, claro.


Estive ontem com Norberto Soares na apresentação do livro do seu irmão, Albino Orlando Soares, na Feira do Livro. Estivemos algum tempo à conversa e parece-me que Norberto está consciente das dificuldades e da dureza da luta que aí vem, mas também disposto a responder à letra aos seus adversários. Aguardemos pelos próximos capítulos.
José Carlos Pereira a 2 de Maio de 2009 às 12:08

FFaz nuito bem Norberto responder à letra. Quando a honorabilidade está am causa, não pode haver hesitações.

Estive sem net dois dias e por isso só hoje vi esta história do gaselóleo e não podia ficar calado perante uma mentira que conheço por dentro e por fora.
O que mais me admira é saber que Coutinho Ribeiro é normalmente uma pessoa bem informada e nos últimos quatro anos ainda não se apercebeu que a história do gasólero fez parte da estratégia para desacreditar Norberto em momento de eleições. Bastava Coutinho Ribeiro pedir a José Carlos Pereira para saber quem era o verdadeiro fornecedor do gasóleo para a Câmara para saber que Norberto nunca vendeu conbustivel para a edilidade . Aliás, não houve nem nunca haverá nenhum processo judicial em relação a este caso levantado pelo JN e nunca provado.
Coutinho Ribeiro sabe como se pode construir uma mentira e não devia levantar um problema onde ele não existe. Quando comentei este asunto no seio de um grupo de amigos, a maior parte deles disseram logo: pois o Coutinho Ribeiro já anda a lanchar com o Avelino. Estavam à espera de quê?
Como sei como se constroi uma mentira, logo sugeri aos meus amigos que as pessoas podem tomar café com quem quiserem, sem se hipotecarem e que esta boca sobre o gasóleo nada tinha a ver com este encontro.
Este cenário faz lembrar o que foi escrito no jornal que apoia AFT em relação a acusação que Norberto fez a Manuel Moreira: Que eu saiba AFT foi o úncio acusado judicialmente e condenado por peculato. Mas há pessoas com lata para tudo.
Telmo Ferraz a 3 de Maio de 2009 às 22:16

Por ser normalmente bem informado é que disse que esta história pode vir a ser recuperada. E apenas isso. Não se pretenda ver nas minhas palavras aquilo que elas não dizem, nem nas entrelinhas, quanto à substãnbcia do assunto. Sobre isso, o que lhe posso dizer é que tenho Norberto Soares como uma pessoa séria.
Não percebo por que motivo poderia José Carlos Pereira esclarecer-me sobre este assunto.
Como também não percebo a alusão a Avelino Ferreira Torres na matéria. Até porque não lanchei com ele - limitei-me a tomar um cafezinho, ainda que seja verdade que foi ele quem teve a amabilidade de o pagar.

A minha referência a José Carlos Pereira é pelo simples facto dele ser vereador e saber muito bem quem vendia o gasóleo para a Câmara. Pelo menos julgo que saberá.
Mais nada que isto.
E quanto ao lanche do Coutinho Ribeiro, também quer apenas dizer aquilo que todos sabemos e que o próprio Coutinho Ribeiro deu à estampa.
Quanto ao caso do artigo do tal jornal que todos sabemos apoia o Avelino: veio a talhe de foice. Levantou um problema como se todos nós tivessemos memória curta, mas estamos cá para não deixarmos que a história se apague.
Telmo Ferraz a 4 de Maio de 2009 às 00:03

Caro Telmo Ferraz, não sou vereador, mas sim membro da Assembleia Municipal. E sobre a história do gasóleo, apenas sei o que me contou Norberto Soares em tempos idos. E tomo a sua versão como boa. Nessa altura, em meados de 2005, já tinha renunciado ao mandato na Assembleia, pelas razões que já aqui enunciei.

Há qualquer coisa, aqui, que não estou a perceber: a história do gasóleo está num jornal que apoia Ferreira Torres? Se está, não faço a mais pequena ideia. Mas, se está, só vem confirmar a informação de que o assunto seria recuperado.
(Quanto ao meu encontro com AFT, não há mais nada para contar. E nem vale a pena perderem tempo com isso. Está a ver porque senti necessidade de contar que me tinha encontrado com ele? Se não tivesse contado, imagino a especulação que não seria...)

Para informação mais completa, posso, até, dizer-lhe que ainda este Domingo falei pessoalmente com Artur Melo e, de passagem, com Manuel Moreira e também recebi um telefonema de Norberto Soares. Como vê, sou um verdadeiro democrata. Acha que AFT vai ficar zangado comigo? :-)

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