Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
20
Abr 10
publicado por José Carlos Pereira, às 18:50link do post | comentar | ver comentários (9)

Avisaram-me e fui ler. Quando alguns dão asas à sua pena, escrevem o que lhes vai na alma e deixam estalar o verniz. A máscara cai e fica exposta a matriz do seu carácter. Com ou sem anonimato. Acontece às melhores famílias. Surpreendente? Nem por isso. Apenas lamentável. E esclarecedor.

Adiante.

 

A maioria das pessoas não perceberá o alcance destas palavras. Ainda bem. Os que percebem podem ficar certos de que nunca descerei a esse nível. Aqueles que me conhecem sabem disso.

 


08
Ago 09
publicado por João Monteiro Lima, às 18:00link do post | comentar

Decorre, desde ontem, até amanhã a "Festa do Verde - "Bazulaque"" na Casa do Povo da Livração.

Na primeira noite, o evento foi muito concorrido, tendo participado largas dezenas de pessoas para provarem o prato tradicional "verde" ou "bazulaque", aproveitando também para dar um "pézinho de dança".

Embora não seja apreciador deste prato tão típico e usual na região da Livração, estive presente em mais uma iniciativa da Associação da Casa do Povo da Livração.

"Quem vai para o mar, previne-se em terra", obviamente, tratei de saber se havia outro prato para além do "verde" e felizmente para mim, havia ainda bifanas e arroz de forno. Estavam os dois pratos deliciosos, segundo a opinião das pessoas com quem falei.

Espero por mais iniciativas deste género nesta Associação (já sei que ideias não faltam), e que ajudam a difundir a gastronomia da região da Livração.

Lá voltarei, como sempre, independentemente do calendário eleitoral, pois não é este que move.

Parabéns à organização e para os leitores fica a sugestão para a noite de hoje: Festa do Verde - Bazulaque na Casa do Povo da Livração.


25
Jul 09
publicado por João Monteiro Lima, às 11:00link do post | comentar | ver comentários (8)

Na quinta-feira começou, em Baião, mais uma edição (a 4ª) do Festival do Anho Assado e Arroz no Forno, na Feira do Tijelinho. À mesma hora teve início, no Marco, a 2ª Festa da Cerveja, da Francesinha e dos Bons Petiscos na zona envolvente ao Parque Radical.

Duas ideias que deixo às organizações:

1ª ideia: Tentarem acordar datas distintas para a realização de eventos deste género. Com datas diferentes, os visitantes seriam mais em cada uma das iniciativas;

A 2ª ideia: mais virada para as iniciativas de carácter gastronómico que se realizam no Marco: porque não seguir o exemplo de Baião no que se refere à promoção dos produtos locais? No Festival do Anho Assado, em Baião, segundo me foi dito no local, as bebidas resumem-se a vinho produzido no concelho, a água e a citrinos da Pála. Nada de outros sumos, ou produtos de outros concelhos. Porque não fazer o mesmo no Festival do Anho Assado no Marco, e promover mais o que se produz no Marco?

Uma sugestão final para os leitores que venham a visitar o Festival do Anho Assado em Baião, para visitarem o stand dos Licores de Baião e se deliciarem (e porque não, comprarem) os magnifícos licores feitos por duas boas amigas.


23
Jul 09
publicado por José Carlos Pereira, às 00:30link do post | comentar | ver comentários (6)

A proximidade das eleições faz aumentar a escalada dos "corajosos" que gostam de insinuar e lançar acusações e suspeitas sobre terceiros sem se identificarem. Não contem connosco para isso.

A partir de hoje, 23 de Julho, este blogue só publicará comentários de pessoas não identificadas que veiculem opiniões e comentários políticos, sem porem em causa a idoneidade de terceiros, e sejam escritos num tom cordato e com elevação.

Os outros devem procurar diferentes paragens.


15
Jun 09
publicado por João Monteiro Lima, às 00:25link do post | comentar | ver comentários (1)

O líder do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, não perde uma oportunidade para dizer o que lhe vai na alma. E, normalmente, não é nada de bom.

Jardim, considera, aliás, sempre considerou "o povo madeirense um povo superior", e como o melhor jogador de futebol do mundo "é madeirense também tem que se pagar um valor superior".

Já se Cristiano Ronaldo fosse do continente se calhar já não se importaria que recebesse uns míseros euros, ou não recebesse nada como acontece a muitos jogadores de futebol. Esqueceu-se que CR se formou no Sporting, ou seja, em Lisboa e que foi lá que se fez jogador de futebol.

Esqueceu-se que há muitos portugueses que não ganham por dia o que CR ganhará por minuto, que muitos portugueses (muitos deles madeirenses) não ganham por ano o que CR terá pago por noite nas férias nos Estados Unidos. Já para não falar da verba da transferência, cerca de 93 Milhões de Euros, que deve ser muito dinheiro.

Às vezes dá vontade de dizer: porque não dar-lhes a independência por seis meses para ver como sobreviriam sem os impostos dos "contenentais"? Ou então parafrasear Juan Carlos de Espanha: "por qué no te callas?"


06
Jun 09
publicado por José Carlos Pereira, às 14:10link do post | comentar | ver comentários (4)

A propósito deste post e dos respectivos comentários, um leitor resolveu lançar algumas ameaças, a coberto do anonimato. Para que eu tenha muito cuidado com o que escrevo e a quem me refiro. Para que me veja ao espelho. Para que ponha travão na língua. Para que fale primeiro com as pessoas, porque nem toda a gente é como eu.

Na nossa terra, as ameaças têm um logo historial. Mas não será isso que fará com que deixe de escrever livremente o que penso, exercendo a minha cidadania plena. Com respeito pessoal por todos os intervenientes na esfera pública, mas com total liberdade para fazer as minhas avaliações políticas.


17
Fev 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 19:00link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Quando a discussão política ultrapassa determinados limites e a linguagem passa a ser rasteira e insultuosa; quando, a pretexto da política, se fazem insinuações e acusações sem a menor adesão à realidade sobre presumidas intenções daqueles que não estão de acordo; quando se fazem ataques velados (ou nem por isso) ao carácter de quem não se conhece (ou se conhece mal), apenas porque divergem, então aí o que se discute já não são divergências políticas - é um problema de educação, de formação e de personalidade.

E se tudo isto é mau quando se fala em nome próprio, é bem pior quando se fala na deslumbrada qualidade, ainda que informal, de auto-proclamados porta-vozes de outros. De outros que, expressa ou tacitamente, lhes dão cobertura, porque pensam que daí recolhem benefícios.

O lado bom, é que, assim, sempre se fica a conhecer melhor as pessoas. Todas. O estouro, esse chegará mais cedo ou mais tarde...


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