Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Jul 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 18:52link do post | comentar | ver comentários (1)

Já por diversas vezes debati com JCP a questão da multiplicação das festas no concelho, depois que Manuel Moreira assumiu o comando da autarquia. Sempre me pareceram festas a mais e vejo que, agora, também JCP acha que é um exagero.

Entendamo-nos: não tenho nada contra as festas. E, tanto quanto sei, as que tem havido têm sido concorridas. Logo, é de admitir que os marcuenses gostam de festas e aderem a elas.

O que me parece é que se trata de dispêndio de meios com pouco retorno. Lançar iniciativas que criem novos públicos, como defende JCP, é um caminho. Mas vou mais longe: o que o Marco deveria lançar sem demoras era uma iniciativa - cultural ou desportiva - que se tornasse um ícone no concelho e que levasse forasteiros ao Marco. Há, pois, que puxar pela imaginação.


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