Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
04
Mai 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 22:18link do post | comentar

Estive no Domingo no Marco. Pela tarde, na Alameda, muito calor e um espectáculo musical não muito concorrido. Ainda assim, as esplanadas dos dois cafés estavam bastante concorridas e havia movimento na feira do livro. À noite, o bom tempo continuava e a Alameda estava cheia. Havia poesia de um lado e música do outro. Porque andava por ali à conversa, não assisti à parte poética e confesso que tive de fugir da música estridente. Esclarecendo: a culpa não seria da banda - seria, antes, do meu mau ouvido para a música.

De qualquer modo, o som estava demasiado alto, de tal modo que nem dentro do Trenó era possível conversar. Por isso, avancei com quem  conversava mais para longe, sob pena de ser uma conversa de surdos.

Foi bom ver o Marco tão animado num Domingo. Não é habitual. Estas iniciativas culturais da Câmara são, por isso, bem-vindas. E dizem-me que vai haver mais, a culminar em Agosto com uma gala junto ao Tâmega, no encerramento das comemorações em torno de Carmen Miranda.

 

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publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 21:58link do post | comentar

Este texto não foi escrito a pensar no Marco. Ainda assim, deixo-o por aqui

 

«(...) Entendamo-nos, pois: a ideia não é tirar os automóveis da baixa - a ideia é que a reabilitação urbana arranje forma de criar condições para que os automóveis possam estar lá e não precisem de ser utilizados. Os quintais abandonados no miolo dos quarteirões permitem criar as garagens que tornariam os centros muito mais apetecíveis. 

E convém andar depressa, antes que os escritórios e os estabelecimentos sejam obrigados a fechar por falta de clientela e porque é desconfortável ir ao centro da cidade. E, então, nem automóveis, nem pessoas - apenas um imenso deserto a qualquer hora do dia.»

 

(texto integral no Delito de Opinião)

 

ADENDA: Sobre a mesma questão, mas noutro registo, ler aqui, se tiverem paciência.

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