Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
22
Out 12
publicado por João Monteiro Lima, às 18:55link do post | comentar | ver comentários (1)

Por diversas vezes, quer aqui quer na Assembleia, me referi ao trânsito/ estacionamento na cidade, às forças policiais (GNR e polícia municipal), bem como ao estacionamento anárquico em determinadas zonas da cidade.

Ainda não abordei, mas sinto-me tentado a falar na quase impunidade de determinados pseudo-senhores do burgo (tal como outros o foram no antigamente) 

 

 

Vejam os leitores como se estaciona na cidade nestes dias em que os lugares de estacionamento são ainda menos, reparem que se estaciona em frente das barreiras indicativas das obras sem qualquer problema e sem consequências, ao invés do que aconteceu, ainda há poucos dias, a um automobilista que parou junto à farmácia e, nos poucos e justificados minutos que lá esteve, foi autuado.

Ainda há poucos dias, neste mesmo local, alguém teve que andar a pedir para retirarem as viaturas estacionadas para que … as obras pudessem manter o seu ritmo normal

 

 

Pena é que alguns zelosos funcionários que frequentam com assiduidade estas zonas não se preocupem com estes determinados assuntos. Talvez não se apercebam que há carros que passam horas, manhãs e tardes. Pois

Estes locais apenas deveriam ser usados para paragens pouco demoradas para os clientes se deslocarem as lojas e não como parque de estacionamento.

É certo que os que fazem estes estacionamentos não entendem (não dá) que estão a prejudicar o Marco, as obras e a circulação de automóveis e veículos pesados, e o próprio comércio, o deles e o dos outros, mas esses preferem os convenientes sorrisinhos ao Sr Presidente, por mim, continuo a preferir a franqueza e seriedade (qualidades com que se nasce ou não, e que são passíveis de ser compradas, nem com medalhas), assim tive já oportunidade de manifestar, via email, ao Presidente da Câmara a minha perplexidade com o facto de ser possível ver isto à luz do dia sem que haja alguém que actue. Apetece perguntar porque será?

Enviei o referido email ao Presidente da Câmara, pois ele já é criticado (sempre por trás) e será ainda mais com o decorrer das obras, para que se desloque ao local e veja com os seus olhos e fale com os comerciantes para saber se isto é ou não usual.

Se tiverem coragem (outra qualidade que ou se tem ou não, nem se compra) estes prevaricadores que me confrontem, se não tiverem mantenham-se na sua vidinha mas não falem nas costas, nem de mim nem de outros.


05
Dez 10
publicado por João Monteiro Lima, às 00:05link do post | comentar

Nos últimos anos vem sendo habitual, na época de natal, a Câmara proceder à alteração da postura do trânsito na zona central da cidade.

A medida, na minha opinião correcta, visa dotar o centro da cidade de estacionamento. Lamentavelmente, a maior parte do lugares são ocupados pelos comerciantes e pelos funcionários dos serviços.

Este ano, e com iniciativas como a que decorre até amanhã nas imediações dos Paços do Concelho (Marco de saberes e sabores), mais motivos haveriam para que se voltasse a alterar o trânsito no centro cidade, mas até hoje ainda não se sabe se será ou não novamente implementada a medida.

Entendo que a Câmara deveria alterar novamente o trânsito, ajudando dentro das suas possibilidades os comerciantes, mesmo que estes continuem irresponsavelmente a ocupar os lugares que se destinam aos clientes. Se o voltassem a fazer, não se poderiam queixar da falta de estacionamento nem culpar a Câmara pela falta de lugares.


16
Ago 10
publicado por João Monteiro Lima, às 17:45link do post | comentar | ver comentários (14)

A cidade dispõe de algum tempo para cá de um novo estacionamento. Nada mais, nada menos do que a zona envolvente aos Paços do Concelho.

Uma zona que se encontrava reservada a moradores e (penso eu) aos proprietários dos estabelecimentos existentes está agora transformado numa zona de estacionamento (praticamente) livre.

As estruturas que impediam o acesso encontram-se descidas e o estacionamento torna-se possível. É possível ver a qualquer hora do dia, viaturas estacionadas em locais que (supostamente, digo eu) se destinavam a peões. Se um dia acontecer um acidente naquela zona, as tais barreiras voltarão a subir.

Paredes meias com a Câmara é impossível que nenhum responsável do executivo ou da Polícia Municipal não tenha reparado nos veículos que por lá se encontram. Ou andam muito distraídos ou pior.

Estou a crer que nos próximos dias será reposta a normalidade e acesso será restringido novamente a proprietários e moradores. Coincidências, obviamente.

Espero que não aconteça o mesmo que aconteceu na Rua de S. Nicolau, na qual - coincidentemente com uma chamada de atenção aqui no Marco2009, foi colocada uma fita a impedir o estacionamento, mas que rapidamente foi derrubada e o calvário de circular nuns escassos 100 metros voltou, para mal de quem por lá circula.


01
Abr 10
publicado por João Monteiro Lima, às 16:30link do post | comentar

Se fosse presunçoso diria que foi após ter escrito este texto sobre a Rua de S. Nicolau que a Câmara Municipal prestou a devida atenção ao que vinha a acontecer na referida artéria.

O estacionamento selvagem vinha a tomar de assalto uma das mais belas artérias do concelho, na zona da Associação Empresarial, tornando uma aventura circular na zona da Rua.

Até esta semana, pouco ou nada tinha sido feito, mas nos últimos dias já foi vista a Polícia Municipal a multar quem teimosamente insistia em estacionar naquele local. Hoje, durante a parte da manhã, foi colocada uma fita em plástico e uns ferros, nos cerca de 100 metros da Rua de S. Nicolau que separam a Rua Amália Rodrigues  da Rua Egdar Cardoso, impossibilitando o estacionamento naquele local.

Estou convencido que o meu texto nada teve a ver com o que agora foi feito, aliás, acredito, que o que agora foi feito já estava previsto há muito. Aliás, pouco do que se vai escrevendo tem influência no que posteriormente é feito, apenas e tão só o que se vai escrevendo é antecipação do que estava programado. Meras coincidências como escrevi no tal texto.


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