Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
18
Dez 11
publicado por João Monteiro Lima, às 19:55link do post | comentar | ver comentários (4)

No dia em que o mundo da música chorou a perda de Cesária Évora, mais uma triste notícia da perda de um homem da música. O Marco perdeu um dos mais seus nomes maiores na música, refiro-me a José Duarte Loureiro que faleceu neste Sábado.

Nascido no mundo da música, José Duarte Loureiro, filho do maestro Loureiro e irmão de amigos como Armindo, Albino, Luís, António (Tó), Joaquim, Manuela ou Céu, conheci o Zé Duarte (como aprendi a ouvir o meu Padrinho João da Silva falar orgulhoso do amigo José Duarte) há mais de 25 anos, voltei a reencontra-lo em 2003 a bordo do Paquete Funchal, onde conversámos largos minutos, para mais tarde nos voltarmos a reencontrar no Marco.

José Duarte Loureiro era presença assídua na televisão onde participou em muitos programas de diversos artistas, como por exemplo Herman José.

A notícia do falecimento do José Duarte apanhou-me a mim e a muitos amigos de surpresa, no entanto guardarei para sempre a simpatia e boa disposição do Zé Duarte. O Marco perdeu um bom marcoense e eu e tantos marcoenses um bom amigo.

À família do José Duarte Loureiro, apresento as minhas sentidas condolências


04
Fev 11
publicado por João Monteiro Lima, às 13:12link do post | comentar | ver comentários (5)

Tive há poucos minutos a informação do falecimento do Prof. João Lima, meu homónimo e amigo da há muitos anos.

João Lima foi muitos anos professor de matemática na Secundária do Marco, com ele aprendi parte do que sei nessa área.

Ao prof. João Lima deixo um abraço de amizade e saudade e apresento à família as minhas sentidas condolências.


16
Out 10
publicado por João Monteiro Lima, às 16:15link do post | comentar | ver comentários (6)

Soube hoje de manhã da triste notícia do desaparecimento do Sr Ernesto Carvalho Vieira, pessoa por quem tenho muita estima e consideração. Conhecia desde sempre o Sr Ernesto de Soalhães (como era mais conhecido no Marco) e sempre o tive como um amigo apesar da diferença de idades.

A sua alegria, boa disposição, a amizade, a seriedade e a bondade são alguns dos atributos que destaco no Sr Ernesto que guardarei na memória e serão essas mesmas qualidades que recordarei deste Amigo que agora parte.

Aos 81 anos, o Sr Ernesto era das pessoas mais bem dispostas que conhecia e que tinha sempre uma palavra amiga e de estímulo para as pessoas de quem gostava e que eram muitas. Eu sei que era um desses.

Em meu nome e de António Santana, autor deste blogue, apresentamos à família do Sr Ernesto os nossos mais sentidos pêsames.

Ao meu Amigo Ernesto, até sempre.


01
Mar 10
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 14:49link do post | comentar | ver comentários (3)

Faleceu hoje a Drª Gilda Mota. Recordo-me dela com uma mulher determinada, uma carismática directora do Colégio do Marco e uma professora exigente - de Matemática, a que nunca fui bom aluno. Recordo-me dela, também, como sendo uma directora severa e, porque não fui um modelo de bom comportamento, foram algumas as vezes que pelas minhas mãos passou a célebre "menina de 5 olhos", aquela medonha régua com que a Drª Gilda punha as "tropas" em sentido. O que naquela altura era uma atitude dissuasora de maus comportamentos, hoje seria um escândalo nacional. Obrigado, Drª Gilda. Só se perderam as que cairam.

Depois, houve um tempo - longo - em que vi pouco a Drª Gilda. Mais tarde, aquando do meu envolvimento na disputa eleitoral de 2001, vi-a muitas vezes nos meus comícios. Sempre com uma palavra de estímulo e de carinho para o irrequieto Quim Manel, que tantas vezes lhe pôs a cabeça em água. E confesso, até, que algumas vezes lhe vi nos olhos alguma admiração pelo miúdo ladino que de vez em quando mandava chamar para umas palmatoadas e que, mesmo a apanhá-las, a olhava olhos nos olhos, não por desafio, mas por coragem.

Voltei a ver a Drª Gilda, com alguma frequência - já se lhe notava a fragilidade - na última campanha autárquica, onde fui dar o corpo ao manifesto na luta pela democracia. Também aí, as mesmas manifestações de carinho.

Sou amigos dos filhos. Sobretudo do Tó, do Zé e do Quim. E quero que eles saibam, publicamente, que foi com pesar que recebi a notícia e que a todos envolvo num abraço fraterno nesta hora difícil.


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