Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Abr 09
publicado por J.M. Coutinho Ribeiro, às 00:24link do post | comentar | ver comentários (15)

É óbvio que nada disto tem muita importância, mas ainda assim é de notar. De há uns tempos a esta parte, os marcuenses (já repararam que aderi à nova grafia), mesmo quando falam entre conterrâneos, já não se referem à sua terra simplesmente como Marco. Agora, quase todos (até os meus colegas de blogue e muitos dos comentadores) dizem e escrevem Marco de Canaveses, como o faz a generalidade dos forasteiros. Atrevo-me a insinuar que esta foi uma inovação trazida por Manuel Moreira, que usa quase sempre a versão mais completa. Trata-se, como é evidente, duma mudança muito tranquila. De uma obra imaterial. Mas eu cá prefiro continuar a tratar o Marco com a intimidade de sempre.

 

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