Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
21
Jan 11
publicado por João Monteiro Lima, às 17:45link do post | comentar

Eis uma notícia sobre o Simplex Autárquico na nossa Terra. Segundo esta informação, a Câmara do Marco é das mais participativas, com 33 propostas ocupando o 2º lugar do ranking, sendo que o 1º lugar é ocupado por Alcanena e o 3º por Portimão.

Segundo o autor da notícia/ informação "pensamos que os serviços prestados actualmente online não desiludem. O município aposta bastante na área de informação geográfica, permitindo a consulta do PDM e a emissão de plantas de localização. Através de uma aplicação, a Câmara de Marco de Canaveses permite a realização de sugestões e reclamações relativamente à disposição geográfica de mobiliário urbano ou equipamentos de sinalização, assim como à indicação da deterioração desses mesmos equipamentos ou infraestruturas a partir de um mapa.

Estão também online para consulta vários tipos de documentos oficiais, como Editais, Actas, Regulamentos, Planos e Orçamentos, Logotipos, entre outros, além de um Mapa Interactivo do concelho.

Qualquer munícipe pode obter informações relativas ao estado de processos, requerimentos e diversos assuntos a partir da área de Atendimento@Net, tendo num primeiro momento de registar-se".

A notícia pode ser lida aqui.



22
Dez 10
publicado por João Monteiro Lima, às 22:05link do post | comentar | ver comentários (4)

No anterior mandato foram colocadas umas estruturas com a inscrição "CDS" e uma mensagem que daria a entender ser daquele partido visando o Presidente da Câmara Municipal.

Na altura, a Câmara tentou apurar quem seriam os responsáveis por tais "outdoors" e nada conseguiu concluir. O assunto chegou a ser falado na Assembleia Municipal, tendo Manuel Moreira feito um resumo das diligências que teriam encetado para chegar ao "ordenante" da colocação das estruturas. Sei que Manuel Moreira abordou várias ex-responsáveis do CDS marcoenses e, um a um, lá asseguravam nada saber. Moreira decidiu procurar informação na direcção do partido, que também nada saberia.

Posteriormente, pelo menos, uma dessas estruturas foi utilizado por um movimento que tinha a confiança que ganharia a Câmara. Essa estrutura, situada numa das entradas da cidade, continua no local, bem como uma outra utilizada pelo mesmo movimento que está colocada na zona do antigo lugar da Carvalha, em Tuías.

O que importa saber é se essas estruturas estão a cumprir a lei, ou seja, a pagar as taxas pela ocupação dos espaços e se obtiveram as devidas autorizações dos serviços municipais para lá permanecerem.

Seria útil saber se a Câmara confrontou quem recentemente utilizou as estruturas para apurar quem eram os seus proprietários quando foram colocados pela primeira vez.

O objectivo do município era repor a legalidade, pois se a estrutura fosse de uma organização partidária, esta estaria isenta das taxas, carecendo apenas de uma comunicação e posterior deferimento por parte da Câmara.

O que foi feito afinal? Uma pergunta que aguarda resposta.


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