Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
05
Ago 12
publicado por João Monteiro Lima, às 01:55link do post | comentar

Animarco apoiada por Filipe Pinto Automóveis

Campanha objetiva angariação de fundos para a instituição

 

 

A multimarca Filipe Pinto Automóveis aliou-se à solidariedade marcuense e, juntamente com a Associação Animarco, realizou uma campanha de venda de automóveis no centro da cidade do Marco de Canaveses (Alameda Dr. Miranda Rocha, junto ao Hospital). No passado domingo, dia 22 de julho, a empresa marcuense esteve presente no 2º Encontro Canino de Marco de Canaveses, onde ficaram destacados três carros: o Fiat 500 1.2 Lounge, o BMW 123d e o Renault Mégane RS Sport. Para além destes se encontrarem à venda a um preço especial, ao adquiri-los 1% do valor reverteria a favor da associação em causa. A campanha esteve em vigor até ao final do mês de Julho.

Apoiar causas humanitárias é um fator essencial na responsabilidade social de qualquer empresa. Assim, a Filipe Pinto Automóveis quis marcar a sua presença nas festas da cidade de Marco de Canaveses e o apoio à Animarco foi de facto a melhor forma encontrada, de resto, algo já comum nas práticas da empresa. Relembre-se que a Filipe Pinto Automóveis já o fez anteriormente com a Associação Ajudaris, apoiando ações de angariação de fundos para a mesma. A marca assinala, deste modo, a sua presença no mercado de carros novos, semi-novos e usados selecionados, apoiando causas sociais e oferecendo emoções em momentos vividos em e para a comunidade.

 

Sobre a Animarco:

A adoção de um animal pode significar não só o salvar de uma vida, mas também um passo contra a questão do abandono de animais. Apresentar a adopção de animais abandonados como uma alternativa à sua compra em lojas de animais faz sentido em termos sociais e humanistas.

A Animarco, associação sem fins lucrativos, foi constituída por escritura pública no dia 22 de Setembro de 2006, por um grupo de pessoas que se dedica à defesa e bem-estar dos animais abandonados. Além de defender e preservar a vida animal e promover o respeito pelos animais, tem também, importantes funções sociais no campo higieno-sanitário. Tentamos, dentro das nossas capacidades, colaborar com as autoridades locais, divulgar a Associação e o problema animal junto das escolas do Concelho, formando jovens no domínio do bem-estar animal e meio ambiente.

Dado o município não possuir um canil, recolhemos, gatos e cães abandonados, que são tratados, desparasitados, vacinados e outros esterilizados, sendo posteriormente devolvidos ao local onde foram encontrados, não constituindo assim, perigo para a saúde pública. O objetivo final é arranjar um novo lar para cada cão e gato (não recolhemos animais).

Em 5 anos de serviço prestado à comunidade, contamos já com cerca de 1000 animais recolhidos e entregues para adoção, em todos os pontos do país, cerca de 500 esterilizações a fêmeas e um infindável número de vacinas e tratamentos aos animais abandonados deste concelho.

Os donativos são uma forma muito importante de ajuda, é com eles que os "nossos" animais contam para sobreviver. Qualquer ajuda, géneros ou numerário, será um contributo que muito agradeceremos em nome dos animais. Poderá fazer o seu donativo em qualquer Clinica Veterinária ou Lojas de Animais em Marco de Canaveses ou através do nosso NIB (0033 0000 45321576557 05).

 

Sobre a Filipe Pinto Automóveis:

Nascida em 2000 a Filipe Pinto Automóveis, stand multimarcas, orgulha-se de prestar um serviço de qualidade e exclusividade no setor automóvel. A criação do negócio deveu-se à vontade do seu proprietário em manter viva uma ligação secular ao setor automóvel iniciada pelos seus antepassados. Consideramos ser uma empresa de referência na comercialização de carros novos, carros usados e carros low cost nacionais da melhor qualidade e aos melhores preços. Em 2012 abrimos um novo espaço na cidade do Porto, aumentando o nosso raio de ação, criando assim sinergias entre o stand de Marco de Canaveses e Porto, diversificando o stock de viaturas para otimizar a escolha e ainda melhor servir o cliente


07
Jul 11
publicado por João Monteiro Lima, às 22:55link do post | comentar

O nosso leitor António Ferreira enviou-nos uma transcrição de um trabalho académico que se transcreve dada a sua pertinência:

 

Importância das regras

(…)

“Qualquer funcionário ou agente da educação poderá ser livre e autónomo se conhecer previamente as regras que pautam o seu comportamento. Essas regras deverão ser claramente interpretadas e acessíveis. Autonomia e liberdade são dois princípios que pressupõem responsabilidade. Na senda do pensamento desse autor, admitir que todos os profissionais são responsáveis, que se controlam a si próprios e são cumpridores da lei podendo dessa forma, agir a seu bel-prazer é um pensamento utópico.

A mudança deve acontecer e, para tal, a escola pode e deve ser desburocratizada nos procedimentos, mas a lei deve imperar como uma necessidade absoluta e para assegurar as garantias das partes. Assim, poderá existir segurança e justiça organizacional. Guerra (2002) refere que a coscuvilhice é um meio poderoso de controlo social. Mas a coscuvilhice faz parte da natureza humana e não é exclusiva de um ambiente escolar. Estará certamente presente em todos os ambientes que incluem pessoas. Segundo Guerra, a coscuvilhice acaba por prejudicar não só os interessados e o clima da escola, como também dificultará a mudança.

Contrariamente ao que escreve Guerra, consideramos que esta situação não é apanágio da escola. A coscuvilhice não se coaduna com profissionalismo, nem com ética. E, qualquer tipo de organização seja ela qual for, albergará certamente excelentes profissionais, e outros menos bons. Caberá à chefia, aos professores mais experientes, ou mesmo aos mais ciosos e cuidadosos, dar o exemplo e não permitir nem dar forma a essa coscuvilhice, sob pena de se estar a tecer intrigas que podem finalizar num procedimento disciplinar. Quem conhece bem o dia-a-dia de uma escola deve adquirir a convicção, da importância do sentido de pertença. Esse sentido de pertença leva a que cada interveniente compreenda e interiorize, que representa a sua instituição. Representa-a no seu local de trabalho, mas também fora dele. A sua forma de estar e de proceder reverterá ou não, para o prestígio da instituição. Todos têm que se ajustar ao seu papel e à sua função. Todos têm de contribuir de forma positiva e em liberdade, mas agindo sempre dentro da legalidade. Todos devem poder dar um cunho pessoal à sua função, mas procurando sempre atingir individualmente metas de excelência na sua prática profissional.

(…)

É do conhecimento comum, a existência, de facto, de uma sobrecarga de regulamentos que condicionam muitas vezes os comportamentos e dificultam a compreensão da dinâmica institucional. Importa reflectir e analisar este ponto. Grande parte dos protagonistas está na escola e tenta apreender mais com os sentidos do que com o conhecimento. De facto, no percurso escolar de qualquer aluno e, por não fazer quase parte dos programas, nem sequer é abordada a importância do conhecimento da legislação laboral com que se irão futuramente deparar em contexto de trabalho.

Mais tarde, esse desconhecimento, como que demite muitas pessoas da vontade e da necessidade de conhecer as normas regulamentares que os regem.

(…)

Urge empreender acções de formação para todo o tipo de funcionários que se encontram nas escolas, simplificando ao máximo a linguagem técnica dos diplomas e incentivando as pessoas a aceitar e compreender a importância da lei. Uma vez esclarecidas, essas pessoas terão certamente uma maior capacidade de tomar decisões.

A lei existe para facilitar a vida dos cidadãos.”

(in Para lá dos Muros e do Portão, Zidane, M.


pesquisar neste blog
 
blogs SAPO