Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Mai 11
publicado por João Monteiro Lima, às 17:55link do post | comentar | ver comentários (2)

Segundo informações que obtive, a última reunião de Câmara terá sido bastante "animada".

A sessão pública realizada na passada Quinta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho chegou a ser interrompida depois de uma troca de argumentos mais acesa entre o Presidente da Câmara, Manuel Moreira, e o vereador independente Avelino Ferreira Torres.

Tanto quanto sei o problema estará relacionado com o período antes da ordem do dia, que o regimento estipula como tendo a duração de 60 minutos e que terá sido utilizado (pelo executivo e oposição) sem que os assuntos se tivessem esgotados, não tendo sido possível o seu alargamento, como era vontade do executivo.

Avelino Torres terá abandonado o seu lugar e terá argumentado que o período antes do ordem dia estava esgotado e o que o Presidente da Câmara não poderia continuar a intervir.

Reunião interrompida, a maioria traz a proposta de alargamento do período antes da ordem do dia para ser votado pelos vereadores (e que à partida seria aprovada, por força da maioria do PSD), proposta de imediato rejeitada pelo vereador independente, que levou a que a Câmara abdicasse da sua proposta.

Os momentos de exaltação terão sido presenciados por alguns munícipes bem como pela comunicação social, restando saber se esta dará conta da situação vivida. As reuniões de Câmara voltam de novo a ser faladas, e novamente pelos piores motivos.

Não será certamente com azedas trocas de palavras entre vereadores da oposição e executivo que dignificarão (se é que o desejam) o órgão “Câmara Municipal” e muito menos o Marco de Canaveses.


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