Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
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Mai 10
publicado por João Monteiro Lima, às 20:32link do post | comentar | ver comentários (2)

Os últimos dias no Marco têm sido animados pela questão da taxa de remoção de resíduos sólidos. As trapalhadas são mais que muitas. As dúvidas sobre se é ou não devido o valor referente ao ano de 2004 não ficam atrás. Muitas são as questões que se colocam, sendo que, na maioria dos casos, a dúvida final recai sobre os Presidentes de Junta de Freguesia que receberam aquelas verbas e que, após as recentes cartas enviadas pela Câmara, são postos em causa.

Conheço casos de marcoenses que efectuaram o pagamento da taxa nas Juntas e agora são obrigados a descobrir os recibos de quitação de forma a não serem obrigados a pagar segunda vez.

Vou ouvindo muitos marcoenses a dizer que não pagarão o ano de 2004 e que pagarão 2009 contrariados, dado que no ano passado se deslocaram à Câmara e não conseguiram fazer o pagamento por uma alegada impossibilidade da Câmara de receber tais verbas.

Um pormenor interessante prende-se com o facto das cartas agora enviadas pela Câmara virem assinadas pelo Chefe de Departamento Dr. João Paulo Maricato (de quem sou amigo e por quem tenho estima pessoal, para além de excelentes referências profissionais) e não como vinha sucedendo até agora pelo Presidente da Câmara (tenho em meu poder cartas assinadas por Avelino F. Torres e por Manuel Moreira e as actuais). Este pormenor leva a que muitos questionem o porquê de ser o Chefe de Departamento a assinar as cartas e não o Presidente da Câmara, e se vá ouvindo que quando o que está em causa não é pedir dinheiro seja Manuel Moreira assinar e quando é para pedir seja um quadro superior do município quem se "atravessa", ficando este com o ónus de um eventual erro e não o principal responsável do município.


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