Olhares descomprometidos, mas interessados, sobre o Marco de Canaveses. Pontos de vista muitas vezes discordantes, excepto no que é essencial. E quando o essencial está em causa, é difícil assobiar para o lado.
20
Dez 12
publicado por João Monteiro Lima, às 00:55link do post | comentar

Tive oportunidade, num outro post, de escrever sobre o trânsito no Marco enquanto decorrem as obras de requalificação urbana da cidade.

Após aquele post, um ou dois dias depois foi possível ver a Polícia Municipal e a GNR a percorrer as ruas da cidade, numa acção de sensibilização dos automobilistas, mas os dias foram passando e as forças policiais praticamente desapareceram.

Se há quem sugira se escreva alertando para a falta de policiamento (algo que quer aqui quer na Assembleia tenho insistentemente trazido para a discussão), outros parecem esquecidos das funções que deviam desempenhar e deixam para trás os habitantes e comerciantes da cidade e nada fazem para que parem os constantes atropelos à circulação de automóveis e pessoas.

Não será difícil ver que se estaciona em plena avenida Manuel Pereira Soares, mesmo sabendo que o trânsito circula nos dois sentidos, ou que na rua Amália Rodrigues, Eusébio da Silva Ferreira e Avelino Ferreira Torres se estaciona em segunda e terceira fila. Basta percorrer estas ruas durante o dia. Algo que parece que os responsáveis municipais e policiais parece não fazerem

Depois também é possível ver que por vezes a repressão se sobrepõe ao bom senso e à sensibilização, e não se cuida de ponderar se uma curta infracção pode ser motivada por uma deslocação à farmácia ou para deixar entrar ou sair um idoso ou uma criança, mas isto já é mais da esfera pessoal do que da esfera profissional

É natural que por estes dias o trânsito seja maior na cidade e como tal se imponha que, quer a Polícia Municipal quer a GNR, andem no terreno, mas mais do que reprimir impõe-se uma sensibilização, e porque não, ouvir e compreender automobilistas, comerciantes e cidadãos e tentar conciliar os seus interesses. Tudo no interesse do Marco, se é que este interesse importa a alguém 

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05
Dez 10
publicado por João Monteiro Lima, às 00:05link do post | comentar

Nos últimos anos vem sendo habitual, na época de natal, a Câmara proceder à alteração da postura do trânsito na zona central da cidade.

A medida, na minha opinião correcta, visa dotar o centro da cidade de estacionamento. Lamentavelmente, a maior parte do lugares são ocupados pelos comerciantes e pelos funcionários dos serviços.

Este ano, e com iniciativas como a que decorre até amanhã nas imediações dos Paços do Concelho (Marco de saberes e sabores), mais motivos haveriam para que se voltasse a alterar o trânsito no centro cidade, mas até hoje ainda não se sabe se será ou não novamente implementada a medida.

Entendo que a Câmara deveria alterar novamente o trânsito, ajudando dentro das suas possibilidades os comerciantes, mesmo que estes continuem irresponsavelmente a ocupar os lugares que se destinam aos clientes. Se o voltassem a fazer, não se poderiam queixar da falta de estacionamento nem culpar a Câmara pela falta de lugares.


21
Mar 10
publicado por João Monteiro Lima, às 22:27link do post | comentar | ver comentários (4)

Aquela que deveria ser das ruas mais importantes do nosso concelho - a Rua de S. Nicolau, dada a quantidade e relevância do património histórico edificado tem sido atirada para o abandono. As sucessivas Juntas da freguesia com o mesmo nome, pouco ou nada se interessaram por ela e deixaram que várias atrocidades lá fossem cometidas.

É hoje mais conhecida pelo mamarracho que em tempos foi começado perto da zona do pelourinho, do que por edifícios como a Albergaria. Depois, nos tempos em que tanto estragaram foi traçada pela avenida denominada dos "Bombeiros dos Voluntários".

Nos tempos que vão correndo, tem sido transformada numa espécie de estacionamento selvagem na sua zona inicial junto à Associação Empresarial. As autoridades ou não querem ver ou não querem resolver, pois eu não acredito que, começando a Rua de S. Nicolau junto do edifício dos Paços do Concelho, não tenha havido ninguém, com responsabilidades no executivo, que ainda não se tenha apercebido da dificuldade que é percorrer aqueles 100 metros entre a Associação Comercial e o início da Rua José Monteiro da Rocha.

As autoridades policiais deveriam ter também uma atenção especial para aquela Rua que é diariamente utilizada por muitas pessoas e na qual é difícil circular dado, por um lado a largura da Rua, e por outro, o estacionamento que é feito de ambos os lados da mesma.

As Juntas de Freguesia de S. Nicolau e de Fornos deveriam ter um papel mais activo junto da Câmara Municipal para que a situação volte à normalidade, e não permanecer como meros espectadores do que se vai passando.

Veremos se após este texto a situação se altera. Se acontecer será mera coincidência.


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